A primeira vez que chorei com o fim de um programa de auditório

28 de março de 2011 12 Por Endrigo Annyston

Tá, é mentira. Foi a segunda. Terceira?

A primeira aconteceu anos atrás, quando Xuxa “guardou o Planeta” numa caixa e resolveu que iria se dedicar apenas ao público infantil.

Depois chorei também na despedida da Hebe no SBT, mas acho que essas duas circunstâncias são diferentes porque as apresentadoras fizeram uma opção.

Ontem o Esquenta chegou ao fim, encerrou sua primeira temporada.

A minha emoção teve diversos motivos.

Primeiro porque nada mais me interessa na TV aberta aos domingos. Quer dizer, só a Dança dos Famosos, mas também é algo que acontece em formato de temporada.

Em segundo lugar, a questão de que, putz, coisa boa é por temporada e porcaria tem o ano todo. Injusto, hein?

Também conclui que o Esquenta é o meu programa de auditório favorito, superando sim o Amor & Sexo que eu também gosto, mas…

É a primeira vez na TV que eu vejo as chamadas minorias sendo tratadas como iguais, que é o que são.

Ontem, quando Regina recebeu Cristiane, me emocionei. Em qualquer outro programa ela teria sido convidada apenas para provocar risos na plateia por ser anã. Ali no Esquenta ela estava dando uma lição de vida, um tapa na sociedade.

Só que dessa vez o final tem um lado bom: o programa fez sucesso e tá voltando para celebrar a Festa Junina, ou seja, junho tá quase aí – de novo.

Até enviei uma mensagem para Regina Casé via Twitter, dizendo que o melhor programa e a melhor apresentadora de 2011 já estão definidos.

Merecidamente.

Já estou com saudades porque a bateria arrebenta, todo mundo comenta, com Regina Casé o domingo… Esquenta!

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Vou deixar os comentários abertos para ver o que rola, por isso, comentem, a participação de vocês é muito importante, sempre!