Profissão Repórter mantém essência mesmo diferente

Assisti ontem ao Profissão Repórter de terça – complicaaaaadas essas noites de terça por conta das boas opções – e mais uma vez tenho que tirar o meu chapéu.

Primeiro porque o Profissão, pela falta de renovação dos “profissionais em início de carreira”, deixou de mostrar o “ABC”, os jornalistas que fazem parte da equipe estão mais a vontade para produzir.

No entanto, ainda existe o “bastidores da notícia”. Na última terça, por exemplo, focaram no trabalho de um fotógrafo de O Globo, mostrando, ao mesmo tempo em que falavam do caso Bruno ou dos demais assuntos, como era o trabalho desenvolvido por ele.

E o outro ponto: a atração mostrou outros casos de violência que não ganharam a mesma atenção da mídia, ou seja, o Brasil não gira em torno de Eliza Samudio e Mércia Nakashima: muitas mulheres, homens e crianças morreram nesse meio tempo.

Mas se não dão a mesma audiência, ou seja, se não tiveram a atenção da sociedade, sinal que foram mortes “menos importantes”.

Pra pensar.

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