Quem não quer dar um selinho na #HebeCamargo?

Acho que tudo começou com um selinho entre Hebe Camargo e Rita Lee. Hoje Hebe é a maior beijoqueira da televisão brasileira e, quem não quer um selinho? Eu quero!

Depois ela celebrou 80 anos de uma vida feliz e cheia de conquistas profissionais. Terminou o ano passado assustando todo mundo: os famosos também enfrentam dramas e com ela não foi diferente, lutou contra um câncer e venceu.

Na sequência, uma festa para a vitória: um grande evento aconteceu em seu primeiro programa de 2010 onde recebeu grandes nomes da TV nacional. inclusive de canais concorrentes.

Como acontece em todos os anos, participou do Teleton. Aguentou com um sorriso amarelo no rosto as brincadeiras de Silvio Santos com relação a suas reclamações na mídia e, dessa forma, estava aberta mais uma temporada de fofocas com muita gente maldosa cutucando a ferida, tratando sobre a “possível” não renovação do contrato da apresentadora.

E quem não quer Hebe Camargo?

Quer dizer… o que quer Hebe? Ser feliz.

Depois de lutar contra um câncer, ser vista como um exemplo por adoradores de todo o Brasil, ela não precisa mais ser infeliz ou tratada como um móvel antigo do qual ninguém quer se desfazer mas também pouco se importa em torná-lo um adereço especial da casa. E Hebe é especial, é um patrimônio, é a história viva da TV de nosso país.

Se eu tivesse um canal de TV, Hebe seria a estrela. Como estrela, agradeceu os 25 anos de casamento com o SBT, deixou a aliança no criado mudo e decidiu procurar um marido novo.

Aparentemente esse marido atende pelo nome de Rede TV. Repito o que já disse: fim de carreira é ser infeliz e nossa querida apresentadora está escolhendo ser feliz. E ela vai ser, independente de onde estiver.

E não tenho dúvidas: por pior que a Rede TV seja, vai ter um tratamento bem mais adequado, condizente com seu status de rainha da TV.

E eu vou estar com ela aqui, ali ou em qualquer lugar, torcendo, vibrando e desejando o melhor para quem há sessenta anos leva alegria para nossas casas.

A capa de Veja, dias atrás, deu 2010 como o ano de Hebe Camargo. Eu assino embaixo.

Beijos gracinha, te amo!



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