Rafinha Bastos: uma cobra que o Brasil criou e agora quer calar

Tenho orgulho de dizer que há mais de dois anos não sei o que é assistir CQC ou Pânico. Não concordo com o tipo de humor que praticam na base da agressão moral ou até física, como ocorria no tempo das Sandálias da Humildade.

Portanto, não faço parte do pessoal de agora, a maioria hipócrita, que resolveu virar as costas para Rafinha Bastos que sempre fez o mesmo tipo de piada baixa e grosseira.

Porque resolveu atingir pseudo-celebridades como Daniela Albuquerque ou Wanessa Camargo, atualmente restrita ao mercado gay, é que perceberam o nível de seus comentários.

Por acaso isso já não estava óbvio há um tempo atrás quando ele disse que as mulheres feias deveriam agradecer a Deus caso fossem estupradas? Ou quando seu amigo Danilo Gentilli chamou Hebe, enquanto estava debilitada e se tratando de um câncer, de múmia?

É tipo assim: enquanto estão zombando os gays tá divertido, mas aí pegam pesado com os gordos e de repente me atinge, porque estou acima do peso?

É hipocrisia, pois, insisto, as piadas sempre foram essas, grosseiras e apelativas.

Ao que parece, é um movimento que ocorre só porque ele deixou de zombar as pessoas comuns e resolveu atingir “famosas”. Aí os amiguinhos se doeram.

Não queiram acreditar que existe uma atitude sincera por parte da Band por puní-lo, esses rapazes podem fazer o que der na telha que a emissora vai pouco se importar.

O motivo?

Não estão interessados em perder um programa representativo em audiência e faturamento para a concorrência. Estão colocando os famosos panos quentes.

Fosse um castigo verdadeiro ele não estaria tirando onda o tempo todo com o fato de estar “cheirando a parede”.

Insisto, não compactuo com isso faz tempo, mas acho muita cara de pau de quem só agora percebeu o baixo nível.

Sabem aquela: diga-me com quem andas que te direi quem és?

Então…



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