A #Record, #Shaolim e o mico público

Acho que o fato de nós sabermos que certos canais são sensacionalistas é uma coisa. A família vítima dessa forma de agressão – usar a desgraça alheia por audiência – vir a público mostrar sua insatisfação é outra.

E a Record é sensacionalista e fez de suas “coberturas jornalísticas excessivas” uma “marca”.

A questão é que sempre passam dos limites e dessa vez não perdoaram nem um contratado.

O resultado é que Gugu falou coisas de Shaolim, sua esposa desmentiu a produção do programa e…

Não parou por aí: segundo a Folha, proibiram seu programa de tocar no nome do humorista.

O bafo do domingo envolveu até Ana Hickmann que afirmou nada ter a ver com Gugu e o que ele faz, mas ficou evidente que não estava de acordo. Durante a semana pipocaram informações de que estrelas do primeiro time da casa também não estavam gostando da forma com que o caso de Shaolim estava sendo tratado.

Vamos dar nome aos bois: é a velha história do “pimenta você sabe onde nos outros” é refresco.

Tipo, enquanto o sensacionalismo era com desconhecidos, ótimo, mas quando chegou até uma pessoa próxima…

Acho que é um bom momento para a Record reavaliar seus atos. Aliás, passou da hora.



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