Sabe o que é o mais bacana no Encontro?

O fato de Fátima Bernardes se permitir. Ela se joga sem medo de errar ou de ser feliz.

Nem todos os apresentadores de TV são assim. Silvio Santos, por exemplo, por mais prafrentex que seja, tem lá seus limites. Faustão idem, todo travado.

Diferente de um Rodrigo Faro, Celso Portiolli ou Luciano Huck, por exemplo.

Entre as mulheres, acredito eu, é mais fácil estar mais a vontade frente as câmeras. Eliana, por exemplo, se joga no Gangnam Style e não está nem aí!

A inesquecível Hebe ia pelo mesmo caminho, assim como Xuxa e Ana Maria Braga.

Hoje é possível fazer essa afirmação com relação a Fátima Bernardes. A gente “meio que não conhecia esse lado” da jornalista.

Entre aspas porque  sabíamos que ela era bailarina, assim como é de conhecimento de todos a espontaneidade que tinha quando cobria a Copa do Mundo ou Olimpíada. Era mais solta que quando estava na bancada do Jornal Nacional.

O Encontro, no entanto, nos permite conhecer o todo. Fátima se sai bem de imprevistos, entra no clima dos convidados, dança, encanta, diverte, enfim, está se revelando uma profissional completa.

Se antes Fátima era campeã do Melhores do Ano como melhor jornalista, hoje tem tudo para abocanhar diversas estatuetas de melhor apresentadora.

Faz total diferença nas manhãs!



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