Salve Jorge: Terão que salvar, literalmente

Salve Jorge despencou legal na noite desta quarta-feira, registrando audiência de início de novela das nove aos sábados ou em dias de Natal e Ano Novo. Acendeu a luz vermelha.

Cair muito, no sábado, é até considerado normal. No meio da semana, no entanto, é sinal que alguma coisa está errada. E está.

É bem verdade que o calor está insuportável e isso afasta os telespectadores do televisor. Essa lógica é tão verdadeira que, em dias frios e chuvosos, diversas atrações batem recorde.

A questão é: tirando Rodrigo Lombardi que não tem “semelhanças” com Raj por Théo ser brasileiro, os demais personagens turcos dão a sensação de Déjà vu.

São os casos de Antonio Calloni, Jandira Martini e Betty Gofman. Alguns brasileiros também nos remetem a O Clone e Caminho das Índias, como Dalton Vigh, Neusa Borges e Walter Breda.

O segundo caso, no entanto, é muito culpa dos atores que se repetem.

De um lado Salve Jorge vai bem, tipo o romance de Théo e Morena, as meninas que sofrem nas mãos de Lívia e a família de Dona Leonor. Esses núcleos engrenaram.

Mas, para agradar geral, ainda é preciso aparar algumas arestas. Um novo trabalho não pode e não deve ter gostinho de Vale a Pena Ver de Novo.

Tem sido o caso. Salve Jorge terá que ser relançada, tipo América.

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