A Separação + Sete Dias Com Marilyn + Assim é o Amor #oscar2012

25 de fevereiro de 2012 0 Por Endrigo Annyston

É, terminei minha maratona Oscar nessa quinta-feira com Separation, filme iraniano. E vou comentar os três últimos de uma tacada só porque não demandam muitos trelêlês.

Primeiro, devo dizer… ufa! Enfim neste ano poderei Assistir ao Oscar ciente de tudo o que está rolando e com torcidas verdadeiras, fundamentadas.

Não vi as animações. Só O Gato de Botas, achei bem boring, senti que faltava alguma coisa, muito sério. Nada como o bom humor de Shrek e a turma completa – tive o mesmo sentimento em relação a Tintim.

Tentei ver Kung Fu Panda e ZZZzzZZZzzzzz

Agora vamos aos últimos indicados de minha maratona.

A Separação vi por conta da categoria “roteiro original” e não por “melhor estrangeiro”, afinal, da segunda categoria não tive interesse em conferir alguma coisa, total obra do acaso rs

E assisti até um tanto quanto apreensivo porque vi Maria Beltrão no Twitter dizendo não ter gostado. E eu gostei.

Fiquei tenso naquele início com a menininha brincando com o trem do velhinho respirar. Eu estava ficando sem ar por ele.

Curti todo o desenrolar do drama, achei o roteiro muito bom e o elenco excelente. Só que realmente acreditei que no final o casal ficaria junto, vi que ainda existia alguma coisa entre eles. Pena.

E não deixaram a gente saber a escolha da garota, típico… rs

Detestei Assim é o Amor, achei um porre sem fim. Entra na mesma categoria de A Árvore da Vida, ou seja, “não indico nem para o meu pior inimigo”.

Acho justa a indicação de Christopher Plummer, o resto, no entanto…

Já Sete Dias Com Marilyn, total dificuldade em encontrar esse longa que só estreia nesse final de semana no Brasil e, por isso, tive que assistir sem legenda.

O problema? O sotaque britânico carregado, mas, no final das contas, entendi tudo direitinho.

Cresci ouvindo falar sobre Marilyn, contudo, vi poucas coisas sobre ela. Nenhum filme ou algo além de a estrela saindo de um bolo com o famoso “happy birthday to u” ao presidente.

Por isso eu não posso dizer que Michelle Williams e-r-a a Marilyn. Posso, em contrapartida, afirmar que não era a Michelle que conheci em Dawson´s Creek. Super me convenceu. E arrasou.

Não a toa chovem elogios com relação a sua atuação e é uma das indicadas como melhor atriz.

Gostei de conhecer esse lado “não confio no meu próprio taco” da musa, a dificuldade que enfrentou até se aceitar enquanto atriz.

Sete Dias com Marilyn e Smash são duas excelentes homenagens à artista.

Só senti falta de uma indicação como melhor trilha sonora.

Sério mesmo, é uma categoria que eu deixo passar batido porque não costumo prestar muita atenção nesse detalhe, no entanto, sou sincero ao dizer que só duas trilhas me chamaram a atenção: a de Marilyn e O Artista.

Enfim, “the end”.

Amanhã aqui no Cena Aberta a minha lista com os favoritos a premiação anual mais aguardada.

And the Oscar´s goes to…