Será que Men of a Certain Age vira imperdível? (1X03)

Melhor episódio desde a estreia de Men of a Certain Age, sem a menor sombra de dúvidas.

Se o segundo tinha se mostrado melhor que o primeiro, o terceiro foi ainda mais completo, afinal, os três protagonistas tiveram histórias interessantes. Antes os conflitos que realmente valiam a pena ficavam por conta de Owen.

E é bem verdade que ainda assim ele continua sendo o grande tchan da produção, né gordinho?

Quando ele inventou essa história de agradar os clientes vendendo os carros pelo preço que eles desejassem pagar, imaginei de cara que viria meleca. Achei que levaria chamada de seu pai e fiquei surpreso por darem corda.

Até que se enforcou, né? Depois de ser eleito funcionário do mês e se achando o cara, caiu do cavalo vendo o valor recebido por suas comissões.

O valor do desconto que ele deu foi debitado de seu pagamento. Lógico, né? E ele achava que a empresa ficaria no prejuízo?

Melhor ainda foi como ele deu a notícia para a patroa, que “está sempre certa”.

Terry foi a surpresa do episódio três, pois o personagem realmente teve uma evolução e, como o amigo, estava se achando ao interpretar junto a uma atriz um casal interessado em comprar uma casa. E o cara foi viajando, entrando na história, imaginando filhos, uma vida feliz… até que conheceu o namorado real da cidadã. E foi obrigado a acordar.

Também pela primeira vez gostei totalmente da história de Joe, especialmente pela forma que lidou com as dificuldades do filho. Estava até levando numa boa caso talvez ele fosse gay – e foi hilário quando ele o questionou sobre isso.

Mais divertido ainda quando o menino por um trauma ou sei lá o que com o ônibus usou a força do pensamento para realmente estar dentro do carro com o pai. Muito bom!

Acredito que se a produção manter o ritmo desse episódio tem tudo pra entrar na minha listinha de imperdíveis.

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