Sex And The City: O sexo e a moda, 15 anos depois

Há quinze anos chegava ao mercado uma série que reabriu o debate sobre como as mulheres lidam com o sexo.

Fetiches, traições, desejos, insatisfação, promiscuidade, sexo sem proteção, prostituição, homossexualidade. Acho que não há um único tema que não tenha sido abordado pela produção em suas vitoriosas seis temporadas – e Samantha deve ter feito praticamente tudo o que foi listado. E mais um pouco.

Uma produção audaciosa e que marcou época, tanto que ainda é referência para o mercado. Só no ano passado estrearam Girls, com uma pegada mais pobrinha e sem glamour e The Carrie Diaries, spin off com o início da trajetória de Carrie Bradshaw, protagonista da história.

Girls teve uma excelente primeira temporada e venceu muitos prêmios, mas ficou devendo no segundo ano. Já Carrie Diaries, é muito boboquinha, uma verdadeira decepção para os fãs de Sex que esperavam um pouquinho mais. Quase não foi renovada.

Sex And The City relatava o dia a dia de quatro mulheres super amigas. Carrie, protagonista, é escritora e vive em busca de seu príncipe encantado e é hipnotizada pelo homem que chama de Mr Big. Ele apronta, pinta e borda mas ela segue rastejando. Quando está num relacionamento incrível com Aidan, joga tudo para o alto para continuar se humilhando. É um negócio tão louco que somente no primeiro longa derivado da série ela conseguiu se casar.

Charlotte é ainda pior. Extremamente romântica e a mais comum dentre todas. Do tipo que não transa no primeiro encontro, quer se casar, ter filhos. Totalmente mulherzinha.

Miranda é a independente, mais na dela. Curiosamente, foi a que acabou virando mulherzinha antes de todas. A mais sem salzinha também.

Já Samantha, essa é um verdadeiro furacão sexual. Pegou todo mundo. Casados, mais velhos, mais novos, impotentes, avantajados e desprovidos. Enfrenta um período difícil nos momentos finais da série, mas, mulher a frente de seu tempo, tira de letra. É uma vagaba extremamente admirável e sempre foi minha personagem preferida em Sex.

Mas nem tudo era sexo. Sex And The City também revolucionou o mercado da moda e virou tendência. Especialmente quando se trata de um Manolo Blannik.

Como dito anteriormente, a produção foi parar nos cinemas. Depois de um excelente longa, fizeram uma meleca na sequência. Desde então nem cogitaram um terceiro filme, tamanha a decepção.

Mas nem precisava. Sex And The City merece ser vista e revista. 15 anos depois, segue extremamente atual.

Vou até dar continuidade em algo que comecei e parei: assistir novamente a produção.

Friozinho + Sex And The City: excelente combinação!



1 comentário em “Sex And The City: O sexo e a moda, 15 anos depois”

  1. Um amigo da minha irmã me emprestou os DVDs de todas as temporadas um tempo atrás. Assisti tudo de novo com aquele pesar de saudade. É aquilo que você falou: a série é super atual, fala de amizade, de companheirismo, de relacionamentos e, é claro, de moda. É uma das melhores séries já feitas. Sempre vale a pena ver de novo.

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