Tão Forte, Tão Perto é lindo!

Tive a curiosidade de ler a critica do Rubens Ewald Filho antes de escrever minha opinião. Fiquei chocado por ele ter detestado o longa e, especialmente, a atuação do pequeno Thomas Horn.

Tão Forte, Tão Perto está nas primeiras colocações dentre meus favoritos a estatueta e, nesse momento, já vi todos (thank´s God). É, aliás, um dos que mais gostei com abordagem sobre o 11 de setembro. E o bacana é que não exploraram tanto a tragédia, serviu apenas pra dar sequência à história de Oskar Schell.

Além do menino, adorei o trabalho de Sandra Bulock longe de uma comédia romântica. Um drama é bom pra dar uma variada e achei que ela convenceu bem como essa mãe que surpreende a gente e o garoto no final.

Acho até que caberia indicação para melhor roteiro original. É um filme bem “Sessão da Tarde”, no entanto, perto dos outros longas voltados ao segmento juvenil, esse é bem mais inteligente. E segue uma lógica interessante.

Destaque também para Max von Sydow como o avô mudo – e indicado como melhor coadjuvante – e Viola Davis.

+ Sandra Bulock

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *