Telemarketing passando dos limites e o cuidado com “promoções”

29 de julho de 2011 0 Por Endrigo Annyston

Dias atrás recebi uma cobrança de um jornal de grande circulação no Brasil – não vou citar o nome pois tudo foi resolvido na santa paz.

Como não sou assinante imaginei que fosse um golpe, sabe? Tipo esses de sequestro via fone, hoje em dia tão comum.

Ainda assim liguei para esclarecer as coisas e acabei descobrindo o que tinha acontecido.

Há mais de um ano participei de uma promoção onde eu receberia um mês grátis do impresso e, depois disso, caso eu não entrasse em contato, seria efetivada a assinatura.

Acontece que eu nunca recebi os jornais da promoção e também não fui atrás. Era brinde e eu ia brigar por isso?

Só que aí veio o problema: a assinatura foi efetivada.

Nunca recebi jornais, boletos ou ligações, apenas essa cobrança onde diziam que eu devia dez parcelas – um ano depois.

Por ter descoberto o que aconteceu, expliquei à telefonista e disse que não fazia sentido eu dever por algo que nunca recebi e também não iria pagar.

Verificaram com o jornaleiro que fazia as entregas e realmente eu tinha razão, problema resolvido.

Mas fica o alerta: o que é de graça pode sair caro no final das contas.

Só que o título fala ainda sobre telemarketing. Qual o problema?

Gente, meu telefone tá tocando mais que serviço de sexo via telefone. Todos os dias diversas agências bancárias, lojas e cursinhos ligam oferecendo cartões, promoções e o diabo a quatro.

Uma tremenda e injustificável invasão de privacidade, um tipo de propaganda que irrita e que faz quem oferece perder crédito, ao menos comigo.

E não tem hora pra acontecer, até a noite ligam. E insistem.

Mesmo que você diz não querer tentam de novo alguns dias depois.

Não existe limite!

O que resta? Utilizar o método “estarei desligando na sua cara” ou usar o bom e velho identificador de chamadas – eu já não atendo mais!

#fikdik