True Blood: Cheio de altos e baixos (3X11)

31 de agosto de 2010 0 Por Endrigo Annyston

Em artigos anteriores disse que True Blood estava sofrendo de uma mania de apenas ficar boa no final dos episódios. Antes disso tínhamos que aturar uma lenga lenga sem fim.

Neste décimo primeiro episódio da temporada aconteceu diferente: começou bem com o desfecho da prisão de Sookie, salva pelo príncipe encantado – antes ela contou com a ajuda de uma “anja”.

Daí em diante caiu de novo.

Lafayette vendo o Diabo em Jesus; Sam totalmente surtado e depois trepando com Tara; Arlene em um ritual de sei lá o que pra perder o bebê com aquela outra esquisita que a gente ainda não sabe ao certo qual é a dela. Tudo isso e a vida chatinha e bem mais ou menos do Jason.

Só foi ficar bom mesmo quando retornou para o elenco principal. E sabe o que isso significa?

Não adianta encher linguiça com fadas, lobos, magia negra ou sei la mais o que, queremos histórias sobre v-a-m-p-i-r-o-s!

Vem chegando uma série sobre zumbis. Estou interessado e quero ver zumbis!

Se eu quisesse uma história sobre o “samba do crioulo doido” teria assistido Os Mutantes, aquela coisa cafona e esquisita que passou no Brasil.

E é isso que tenho lido por aí: as histórias paralelas de True Blood estão perdendo a graça por conta da falta de foco – e olha que nessa produção todo mundo sempre teve destaque.

Enfim… True Blood voltou a ficar ótima no final, com Eric aparentemente querendo salvar Sookie e… querendo morrer com Russel?

O próximo é o último e o sentimento é  de decepção, esse foi o pior ano de True Blood conseguindo superar a chatisse que foi a trajetória de Maryann.