True Blood é intensa como uma relação sexual

Devo dizer que agora entendo o motivo de a série True Blood ser tão comentada. Fui assistir com o pé atrás e após o primeiro episódio não sosseguei enquanto não terminei a temporada inicial.

Acima de tudo me instigou por fazer pensar. Sim, faz pensar e muito em sexo. Desde o instante em que Sookie e Bill começaram a trocar olhares surge um mantra mental que se repete “beija, beija, beija…” e, depois que rolou o beijo, o mantra recomeça com “transa, transa, transa…”. Até que rolou. E recomeçou e… veio o “morde, morde, morde”, e por aí vai! E que sexo intenso, não apenas entre eles!

Mas eu falava sobre pensar. Você começa a fazer parte da produção, tentando desvendar os mistérios juntando os caquinhos. Primeiro o cachorro, que estava sempre por perto. Saber se Bill é realmente do bem ou não, e cabe ressalvas: ele matou o tio da Sookie, por pior que ele fosse. Aquela mulher que está ajudando a Tara é a do porquinho, né? Jason matou aquelas mulheres e a avó? A resposta apenas quando vemos as mãos do assassino estrangulando Amy. Pode ser o Sam? Pode, claro, mas ele está com Sookie quando Amy morre. Obviamente que só desvendamos quem era o assassino quando aparece a foto de René, irmão de Cindy, também assassinada.

E o que será da série já que o grande mistério foi desvendado? Quer dizer, no finalzinho já surgiu um novo, com o envolvimento de Tara e Maryann e o fato de Sam conhecê-la. E ainda tem a vampira rebelde de Bill e…

Em meio a essa febre por vampiros, da qual eu não participo, fiquei surpreso ao descobrir algo tão bacana, redondo e com história pra contar. Apenas continuo achando a atriz que faz a Sookie esquisita, mas dou 10% de desconto.

Agora é correr pra ver a segunda temporada e ficar junto com o pessoal!

Ah, sobre o título: intensa como uma b-o-a relação sexual.



Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *