True Blood é o que Os Mutantes tentou ser (2a. temp)

Acabei a segunda temporada de True Blood e o sentimento é o de que a primeira temporada foi bem melhor. Primeiro por ser mais caliente, segundo porque a história da Maryann já estava cansativa.

Os últimos episódios giraram em torno dessa criatura estranha e ela não tinha o mesmo fôlego do mistério anterior – em torno da morte de mulheres que se envolviam com vampiros.

Mas isso não quer dizer que o segundo ano da série tenha sido ruim. Tirando a parte de Maryann, manteve a qualidade e o excelente texto, como foi o caso da Igreja dos anti-vampiros que culminou no salvamento de Godric. E salvamento entre aspas, né?

Ele morreu, pois desejou assim, e antes disso veio um dos momentos mais bonitos de True Blood com o durão Eric deixando transparecer seus sentimentos diante de seu xerife.

Também vimos no segundo ano muitos personagens ganhando histórias próprias e não sendo apenas o amigo da mocinha, o dono do bar ou o policial.

E é aí que entra a comparação com Os Mutantes: True Blood é tudo o que a novela da Record tentou ser mas que não teve competência para tal.

Nada de “vou te morder, vou te morder”, vemos efeitos especiais de extrema qualidade somado a uma história extremamente envolvente e bem conduzida, com personagens que não estão ali apenas por estar ou pra mostrar que o autor quis se fazer de inteligente lotando o roteiro de figuras sem pés nem cabeça.

E agora, finalmente sem Maryann… o que aconteceu com Bill?

Vamos descobrir, afinal estou alcançando os demais telespectadores.



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