Tudo termina em Big Brother Brasil

Os programas de realidade viraram uma febre no Brasil desde o surgimento do fenômeno No Limite que ostenta apenas a primeira edição como um tremendo sucesso, assim como a Casa dos Artistas, que veio na sequência.

Depois o único sobrevivente, sucesso de público e de merchandising, continua sendo o Big Brother Brasil. Não a toa todos querem ser como o BBB.

A Fazenda, Busão do Brasil… e até programas do núcleo do diretor Boninho: o reality que confina pessoas comuns em uma casa virou espelho para atrações como No Limite e HiperTensão. Além disso, ele tenta aplicar alguma coisa do reality em outras produções que dirige.

A criatividade no segmento é zero. Mas há um porém: todos tentam, inclusive o próprio Boninho, porém nenhum dos programas consegue ter a mesma pegada e repercussão. Nadam, nadam e morrem na praia.

E a verdade é uma só: pra que ver uma cópia do Big Brother Brasil quando você pode esperar um pouquinho mais e curtir o original?

É aquela velha história: o povo de TV tem preguiça de pensar e, como se não bastasse o fato de comprar o formato lá de fora, ainda são incapazes de torná-los atrativos por conta própria ao invés de seguir copiando.

Ou seja, Chacrinha continua certo, décadas depois: nada se cria, tudo se copia.



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