TV brasileira comemora 61 anos e apesar de tudo ainda nos faz vibrar

17 de setembro de 2011 0 Por Endrigo Annyston

Eu sou passional, extremamente. Em tudo. Acho que é uma palavra que me descreve.

Por isso esse envolvimento com a TV, esse veiculo que desde sempre me cativou e que me faz há 11 anos manter esse espaço. Brigo, reclamo, amo, odeio.

E mesmo quando amo, odeio, depende das circunstâncias. Já abandonei novelas que um dia amei e deixei de gostar de quem já gostei. Tudo intensamente, muitas vezes criando revolta entre os internautas do Cena Aberta. Mas sou assim, quase uma Clô Haylalla: dramático até o último fio de cabelo que, felizmente, não segue o estilo Amy Winehouse.

A última vez que me envolvi a ponto de quase ter um siricutico foi na final da Dança dos Famosos, até convidei meus amigos de Ponto de Vista para escrever sobre isso, essa nossa loucura pela TV, a torcida fora do comum em programas de realidade, algo que acaba sendo a Copa do Mundo dos telemaníacos. É uma loucura!

Sério, quando eu torço, torço mesmo. E é assim como muita gente, o Twitter aproximou ainda mais as pessoas que são ligadas nesse veículo e que se envolvem e, não contentes em assistir, querem compartilhar opiniões.

Em dias de paredões, final de concurso ou de novela está quase todo mundo ali, vibrando, xingando, elogiando… assistindo!

São 62 anos desse veículo no Brasil e, mais do que nunca, a TV está na boca do povo. Não mais em rodas de amigos, está na internet, no celular, em todos os cantos.

E se a TV faz 62 anos o produto favorito dos brasileiros vem logo atrás: as telenovelas, também em 2011, completam 60 anos no ar, por isso a exibição de O Astro.

Ah, e nessa semana, ainda em comemoração, a Globo voltou com um grande sucesso: depois de muito tempo sem uma tremenda reprise, está aí, Mulheres de Areia, trama presente em qualquer lista que se preze de melhores novelas.

Amor e ódio são sentimentos que você nutre por algo que mexe com você, portanto, em meus 26 anos de idade, a TV nunca foi indiferente em minha vida.

Se chorei ou se sorri, bem diz Roberto Carlos, o importante é que emoções eu vivi!

Que nossa TV possa evoluir ainda mais – bem mais – em tecnologia e qualidade, que novos profissionais cheguem e façam diferença não por suas qualidades visuais e sim pelo talento.

Já a gente continua por aqui, amando, odiando, reclamando, elogiando… a cena sempre estará aberta!