Um programa bizarro que realmente faz rir

Eu assisto Maria do Bairro, vocês sabem, e as vezes se torna inevitável fugir do Casos de Família.

Sabe que eu até parei de pensar que existe armação? Conclui isso depois que vi os anúncios onde a emissora oferece de dinheiro a prótese dentária para quem topar participar e contar sua história.

Além do dinheiro, vem o fato de muita gente querer ter alguns minutinhos de fama. Isso se torna ainda mais evidente quando alguns participantes da atração surgem em cena dançando, cantando, rebolando, se achado o máximo.

E dá pra perceber que é gente muito simples, seja pela aparência – com uma ajeitadinha básica da produção – e jeito de falar.

Outro dia eu tinha quase certeza que três dos participantes estavam bêbados. Christina Rocha dizia que não, mas era muito evidente.

No mesmo dia um cara dançava reggae, era uma das coisas mais sem noção que já vi na TV, bizarro mesmo. Mas um bizarro que realmente divertia, diferente do Sexo a 3 de Dr Rey.

E Christina Rocha, devo dizer, comanda esse circo de horrores com competência. Ela brinca, se diverte e até briga com os convidados quando eles saem do foco.

A parte que eu acho mais hilária é quando a psicóloga entra em cena. Depois de muita ofensa, palavrões e quase agressão física, o pessoal se cala e presta bastante atenção nos conselhos.

Conselhos esses que, somados ao de Christina, podem sim ajudar o telespectador que se identifica com os temas. Acho que o Casos de Família tem essa função social como resultado.

Insisto, é ruim, é bizarro, mas é irresistível passar por ali e não parar.

Os melhores programas são quando os temas envolvem gays, travestis ou drag queens, é risada na certa!

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