The Voice, mais uma opção para a Globo e meu desprezo pelo American Idol

E mais uma vez eu abandono totalmente o American Idol antes da final. Não teve uma única edição em que eu cheguei ao fim.

Tudo tá muito bom até que o telespectador começa a meter o bedelho.

Dessa vez fui parando aos poucos, vendo somente as apresentações de quem eu gostava. Olha, chegou no ponto em que eu só estava vendo a Haley.

Era a única ali dentro diferente do que tem no mercado, uma cantora que evoluiu com o passar das apresentações e, combinemos, é um espetáculo a parte.

Ver a carinha dela quando o público lhe desceu o machado foi de lascar. Aí parei, de novo. Os outros dois não me interessam, apesar de eu gostar de Lauren, mas ela e Scotty, fala serio, tem trocentos iguaizinhos no mercado.

Sobre o The Voice, vi o quarto programa e sigo adorando essas batalhas.

Nesse primeiro momento já tenho uma favorita e o juri compartilha dessa torcida: Beverly.

Acho que ela é meio que uma nova Susan Boyle, né?

Se fizermos como os jurados e apenas ouvirmos a voz de Beverly, quando abrirmos os olhos estaremos surpresos. Ela é totalmente fora do que é considerado o “padrão”.

E arrasa!

Já falei sobre isso em outro post e volto a comentar: anteriormente eu chutei Fernanda Lima como apresentadora do programa na Globo, alguns internautas sugeriram Marcio Garcia e eu digo que vou de…

Otaviano Costa!

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