Warrior: Um filme sobre UFC que faz chorar

Detesto UFC e qualquer tipo de competição esportiva baseada na luta, agressão física. Respeito quem pratica ou gosta, mas não é minha praia.

Posto isso, quero colocar que esse filme emociona muito. Não pela luta, rostos desfigurados, homens quase morrendo na “jaula”.

Warrior emociona porque, antes das lutas entrarem em cena, a gente conhece a dura batalha de Brendam, primeiro por tratar da saúde da filha e, por isso, acumular dividas que podem culminar na perda de sua casa, do lar de sua família.

Aí que, como professor, não conseguiria a grana necessária em apenas três meses. E volta a lutar.

É expulso da escola, essas práticas não são aceitas – e nem servem como exemplo para os alunos, apesar de terem até montado torcida.

A partir daí descobrimos o restante da família de Brendam, todos afastados e sem relação. Existe uma mágoa muito grande entre ele e o irmão Tommy.

E vão resolver isso justamente onde? Pois é.

O tempo vai passando e a gente vai compreendendo como é que Brandon vai conseguir dar fim nas dívidas.

Sensacional, tenso, vibrante… emocionante!

Os alunos, o diretor da escola, o treinador… Tess, além dos outros, incrédulos por um desconhecido ter derrotado todo mundo.

Fora isso, atuação impecável do craque Nick Nolte, merecida indicação como coadjuvante no Oscar 2012, e uma boa oportunidade de matar as saudades de Jennifer Morrison, ex-House.

Warrior também merecia!

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