“Geração Brasil”: Mais uma tentativa de novela diferente que não emplaca — merecidamente

Não criei expectativas para Geração Brasil.
Cheias de Charme foi o máximo e, encomendar uma outra novela dos mesmos autores tão rapidamente, logo me lembrou o que foi feito com TiTiTi.
Deu certo, foi a maior audiência da história recente e logo veio Sangue Bom, que tinha lá suas qualidades e foi bem de audiência em comparação com Guerra dos Sexos, mas também não era um “nossa, que imperdível e maravilhosa”.
Faz 14 anos que escrevo sobre TV e sempre repito a mesma ladainha: novela pra ser boa não precisa inventar a roda. O pano de fundo é o menos importante.
Está aí Boogie Oogie como prova: uma mistura de tudo o que já foi feito e agrada.
O mesmo vale para Império.
Geração é tão, mas tão ruim, que ficou posicionada ao lado de Além do Horizonte por puro merecimento.

E já vai tarde…

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