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“Two And a Half Men” sai do ar, mas ainda rendia mais

Acho que vou contra meio mundo, afinal, só estou vendo críticas sobre o final de Two And a Half, além das muitas já publicadas sobre a série em geral.
Na verdade, uma produção que sempre dividiu opiniões, seja com Charlie Sheen ou Ashton Kutcher, verdade seja dita.
Eu, particularmente, gostei tanto com um quanto com outro. Não senti falta de Charlie após sua conturbada saída e me adaptei a Walden.
Angus T. Jones também saiu e a graça se manteve.
Esse series finale brincou com meio mundo e uma coisa que Alan disse é verdade: a série não era só Charlie, Jon Cryer também era protagonista.
Em resumo, uma das poucas histórias que foi recheada de mudanças e ainda assim me segurou.
House e Dontown Abbey não tiveram a mesma sorte.
Achei legal também Berta dizendo que se Charlie voltasse e Cryer saísse, talvez ainda ficassem no ar por mais cinco anos.
Ou as muitas zoeiras entre Ashton e Charlie, além da piada final com Chuck Lorre.
Acho que saber rir de si é fundamental e Two And a Half Men sempre fez piada com sua própria desgraça.
De qualquer forma, melhor sair do ar enquanto fazia rir que definhar.
Ah, muito bacana terem convidado tantos que marcaram a série para a despedida, incluindo Angus ou Melanie Lynskey, como a sempre divertida Rose

“Two And a Half Men” sai do ar, mas ainda rendia mais

Acho que vou contra meio mundo, afinal, só estou vendo críticas sobre o final de Two And a Half, além das muitas já publicadas sobre a série em geral.
Na verdade, uma produção que sempre dividiu opiniões, seja com Charlie Sheen ou Ashton Kutcher, verdade seja dita.
Eu, particularmente, gostei tanto com um quanto com outro. Não senti falta de Charlie após sua conturbada saída e me adaptei a Walden.
Angus T. Jones também saiu e a graça se manteve.
Esse series finale brincou com meio mundo e uma coisa que Alan disse é verdade: a série não era só Charlie, Jon Cryer também era protagonista.
Em resumo, uma das poucas histórias que foi recheada de mudanças e ainda assim me segurou.
House e Dontown Abbey não tiveram a mesma sorte.
Achei legal também Berta dizendo que se Charlie voltasse e Cryer saísse, talvez ainda ficassem no ar por mais cinco anos.
Ou as muitas zoeiras entre Ashton e Charlie, além da piada final com Chuck Lorre.
Acho que saber rir de si é fundamental e Two And a Half Men sempre fez piada com sua própria desgraça.
De qualquer forma, melhor sair do ar enquanto fazia rir que definhar.
Ah, muito bacana terem convidado tantos que marcaram a série para a despedida, incluindo Angus ou Melanie Lynskey, como a sempre divertida Rose

“História de Amor”: Joyce é a filha mais insuportável das Helenas do Maneco

Gente, sinceramente, se eu tivesse uma filha como essa Joyce…

Ô criatura insuportável!
Lembro que na época de Por Amor teve uma pagina na internet com o título “Eu Odeio a Eduarda”, e eu gostava da personagem.
Mas essas Joyce, não tem como.
O problema dela é a Helena.
Aí, quando todos se voltam contra ela, vai atrás de quem? Da trouxa da Helena.
Em seguida, se acerta com o mundo e a culpa dos males da humanidade é de quem?
Helena.
Are baba, haja saco!

“História de Amor”: Joyce é a filha mais insuportável das Helenas do Maneco

Gente, sinceramente, se eu tivesse uma filha como essa Joyce…

Ô criatura insuportável!
Lembro que na época de Por Amor teve uma pagina na internet com o título “Eu Odeio a Eduarda”, e eu gostava da personagem.
Mas essas Joyce, não tem como.
O problema dela é a Helena.
Aí, quando todos se voltam contra ela, vai atrás de quem? Da trouxa da Helena.
Em seguida, se acerta com o mundo e a culpa dos males da humanidade é de quem?
Helena.
Are baba, haja saco!

Já viram “Chamada de Emergência”?

Percebi que não escrevi fazendo uma indicação do filme Chamada de Emergência, produção que vi já há alguns meses na Netflix.
É excelente, e o final, incrível. Tipo assim: do jeito que gostaríamos de agir. Mas gostaríamos do tipo, mentalmente. Sabe como?
Quem assistir, ou quem já viu, entenderá. Não é o tipico desfecho de uma história.
No geral, é um longa angustiante, daquele que te deixa tenso praticamente durante toda a exibição.

E tem um show de Halle Barry. Imperdível!

“Orange Is The New Black” segue imperdível

Orange Is The New Black é uma das melhores séries lançadas em 2013, e fez muito, muito barulho, destacado especialmente por não ter um produto de um canal de TV e sim uma exclusividade da Netflix.
Os fãs de seriados logo se renderam às histórias de Piper e cia, divididos entre o amor lésbico e o casamento hetéro que aos poucos ela destruiu.
E aí que, nos últimos meses, esteve em evidência o “afastamento” de Laura Prepon.
Acho que o primeiro episódio da nova leva deixa bem claro a razão disso ter acontecido.
Tipo, um episódio que nos faz pensar em muita coisa, sem que seja possível concluir algo. 
E não é que a maluca sobreviveu??
Só tenho um problema com Orange: tenho peninha de assistir tudo de uma vez. Mas é irresistível..

Por onde anda o elenco de A Próxima Vítima?

Há algumas semanas no ar no Canal Viva, é chegada a hora de fazer um balanço relacionado a produção. Exibida no ano de 95, há quase duas décadas, a novela é um dos maiores sucessos da carreira de Silvio de Abreu.

O folhetim parou o Brasil com a questão que era uma dúvida diária: quem era o assassino de todos aqueles personagens?

A dúvida, agora, é: cadê o elenco? A propósito, bem numeroso, mas Silvio de Abreu não seria criticado como Walcyr e Glória… a novela andava!!!

Suzana Vieira, Tony Ramos, José Wilker, Georgiana Góes, , Antonio Pitanga, Aracy Balabanian, Claudia Ohana, Natália do Valle, Vivianne Pasmanter, Lima Duarte, Yoná Magalhães, Rosamaria Murtinho, Hilda Rebello, José Augusto Branco, Otávio Augusto, Glória Menezes, Paulo Betti, Vera Holtz, Alexandre Borges, Nicette Bruno, Deborah Secco, André Gonçalves, Camila Pitanga, Mila Moreira, Flávio Migliaccio, Nizo Neto, Francisco Cuoco, Reginaldo Faria continuam atuando na Globo.

Marcos Frota está fora do ar desde o remake de Tititi.

Zezé Motta está na série Copa Hotel, do GNT.

Roberto Bataglin não faz TV desde 2010, quando participou de As Aventuras do Didi.

Tereza Rachel faz pouca TV. O Wikipedia diz que ela atuou em Saramandaia, sinceramente não vi. Participou do remake de Tititi. Grande atriz, uma pena ter se afastado dos folhetins! Ou ter sido afastada..

Maria Helena Dias Fez uma participação em Carga Pesada.

Patrick de Oliveira continua atuando, mas não tem conseguido papéis na TV. Está fora do ar desde Amazônia.

Lugui Palhares teve como último trabalho participação em Toma Lá, Dá Cá.

Catarina Abdalla está na série Vai que Cola.

Patrycia Travassos fez novelas na Record e atualmente comanda o Alternativa Saúde, no GNT.

Élcio Romar parou em A Mulher Invisível.

Lui Mendes participou de A Fazenda e sumiu.

Selton Mello não tem feito muita TV. Tem se dedicado aos cinemas e é diretor de Sessão de Terapia.

Pedro Vasconcelos teve sua última participação como ator em Bambuluá, depois se dedicou à carreira de diretor. SUua última novela foi Amor, Eterno Amor.

Isabel Fillardis está sem contrato com a Globo, fora da TV desde Fina Estampa. Está grávida.

Vera Gimenez participou de Tititi e andou pedindo uma vaga para Carlos Lombardi, via Twitter, em Pecado Mortal.

Cécil Thiré e Andréa Avancini estão na Record

Norton Nascimento, Liana Duval, Lídia Mattos e Gianfrancesco Guarnieri faleceram.

Rainha da Sucata e uma sequência histórica da telenovela brasileira

Eu já estava imaginando que estava chegando o dia de conferirmos um dos grandes momentos da reprise de Rainha da Sucata. Bastava juntar os fatos.

Laurinha Figueroa se viu sem Edu, que sambou em cima da madrasta; os filhos descobriram a verdade sobre Rafael; ela teve que vender o carro e foi fazer comprinhas na feira, ficando toda enlameada com direito à Alaíde tirando onda e, por fim, o golpe final: descobriu que as cartinhas nada amigáveis eram enviadas por Isabelle.

Sim, já vi a novela mas eu era criança e não me recordo de tudo. Também detesto spoilers e, por isso, me vi surpreso ontem, quando o Viva exibiu o anúncio do capítulo bombástico.

Verdade seja dita: 23 anos depois, Rainha da Sucata samba nas novelas atuais. Não a toa sempre esteve na primeira posição do meu ranking e hoje divide o pódium com A Favorita.

A cena em que Laurinha dá o último golpe em Maria do Carmo é incrível e todas as sequências que culminaram nesse momento foram um primor. Não a toa fez história.

Glória Menezes, sempre incrível, estava certamente no maior momento de sua vitoriosa carreira. Acredito que ainda hoje Laurinha é sua maior personagem. Diabólica, mesquinha, vingativa e esnobe, uma vilã sensacional!

O folhetim chega ao fim semana que vem, mas, mesmo antes do fim, o sentimento já é de saudade!

RAINHA DA SUCATA: Capítulo espetacular, um dos melhores momentos da carreira de Glória Menezes

Sou apaixonado por Glória Menezes. Acho a esposa de Tarcísio Meira um dos maiores talentos femininos do Brasil. Sempre arrasa!

A Dona Violeta de Louco Por Elas, por exemplo, era um achado. E a Lalinha de Páginas da Vida? teve passagem breve, mas marcou. Isso sem falar da inesquecível e lesada dona Irene de A Favorita.

Em Rainha da Sucata, nem se fala: só não reina absoluta porque são muitos os grandes profissionais que estão ao seu lado.

Neste capítulo, em especial, Glória arrasou do início ao fim. Do incrível embate com Edu, onde ouviu muuuitas verdades, até as sequências onde mostrou certa insanidade e deu indícios do que vem por aí.

O grande acontecimento de Rainha da Sucata está próximo e só quem já assistiu ao folhetim pra saber o quão espetacular é o que vem por aí.

“Tudo inútil, tudo inútil!!”


“Mesmo que eu tenha que morrer você não vai ficar com a sucateira! Nunca, Nunca!!!”

Pra bom entendedor, meia palavra basta, né?

Ainda teve Laurinha sendo obrigada a ouvir verdades de Edu:

“Vulgar! Eu prefiro as sucateiras mesmo porque são mais discretas!” 


“Eu amo, amo!!! Como eu amo essa mulher! Tudo o que não sinto por você, não encontro em você, eu quero dela, amo desesperadamente!” 

Espetáculo, espetáculo!!!

RENASCER: Um final sofrível para uma novela devagar quase parando

Enfim terminou a reprise de Renascer no Canal Viva, em vésperas de completar um ano no ar. Muito, muito tempo mesmo para uma produção que não saia do lugar.

No imaginário dos noveleiros de plantão, tal qual no caso de O Rei do Gado, uma primeira fase incrível e que deixa saudade. Depois, nas duas novelas, meses e meses de embromação. Uma trama que fica andando em círculos e que, hoje em dia, espanta qualquer telespectador, mesmo que ele tenha muito boa vontade.

Aqui, neste mesmo espaço, já listei algo extremamente irritante neste folhetim de Benedito Ruy Barbosa: o incontável número de personagens que passaram a história ameaçando ir embora – e só Teca foi, no final das contas. Ah, e Joaninha, mas depois ela ficou com o padre!

O pior de tudo, mesmo, foi esse capítulo final arrastado, todo centrado em Zé Inocêncio. Nada mais aconteceu por aquelas bandas, só a morte de painho. Aí ele morre, reencontra Maria Santa e a novela acaba.

É o tipo de produção que eu nem deveria ter começado a assistir, teria sido muito mais proveitoso mantê-la em minha memória afetiva.

Mas valeu por um detalhe: confirmei o que já sabia, Adriana Esteves foi injustiçada.

E só.