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Boas lembranças e diversão marcam a ida de Deborah Secco e Mariana Santos ao Tamanho Família

Quem é bom na cozinha e quem é craque em reconhecer a música preferida só de ouvir o primeiro verso? No próximo episódio de ‘Tamanho Família’, os times de Mariana Santos e Deborah Secco vão mostrar ao público aquelas ‘aptidões’ que só quem é da família conhece. Mariana levou o pai, a irmã e a tia, e Deborah levou a mãe, a madrinha e o marido.

Deborah e a família admitiram que as entregas em domicílio compõem seus “pratos prediletos” em casa. Já Mariana tenta se arriscar na sobremesa, mas o programa mostra que seu pai e sua irmã mais velha são os verdadeiros chefs da família.

Quando o assunto são os dotes artísticos e como elas lidavam com isso quando criança, as duas atrizes contam que sempre souberam que queriam atuar. “Eu apresentava um programa de rádio e contava histórias para os meus ouvintes. Mas eu brincava sozinha e, mesmo assim, tinha um compromisso comigo mesmo que tinha que apresentar o programa todo dia”, conta Mariana. Deborah lembrou dos primeiros passos da carreira, mas confessa uma ‘restrição’: “Nunca consegui aprender nenhum instrumento e não sei cantar. Desafino muito”.

Boas lembranças e diversão marcam a ida de Deborah Secco e Mariana Santos ao Tamanho Família

Quem é bom na cozinha e quem é craque em reconhecer a música preferida só de ouvir o primeiro verso? No próximo episódio de ‘Tamanho Família’, os times de Mariana Santos e Deborah Secco vão mostrar ao público aquelas ‘aptidões’ que só quem é da família conhece. Mariana levou o pai, a irmã e a tia, e Deborah levou a mãe, a madrinha e o marido.

Deborah e a família admitiram que as entregas em domicílio compõem seus “pratos prediletos” em casa. Já Mariana tenta se arriscar na sobremesa, mas o programa mostra que seu pai e sua irmã mais velha são os verdadeiros chefs da família.

Quando o assunto são os dotes artísticos e como elas lidavam com isso quando criança, as duas atrizes contam que sempre souberam que queriam atuar. “Eu apresentava um programa de rádio e contava histórias para os meus ouvintes. Mas eu brincava sozinha e, mesmo assim, tinha um compromisso comigo mesmo que tinha que apresentar o programa todo dia”, conta Mariana. Deborah lembrou dos primeiros passos da carreira, mas confessa uma ‘restrição’: “Nunca consegui aprender nenhum instrumento e não sei cantar. Desafino muito”.

Entre provas que envolveram sorte, conhecimentos gastronômicos e musicais, os convidados deram muita risada e se emocionaram com as surpresas nas homenagens de suas famílias.

‘Tamanho Família’ tem direção geral de Daniela Gleiser e redação final de Elbio Valente, e vai ao ar depois de ‘Esporte Espetacular’.

João Emanuel Carneiro e os personagens “quase homossexuais”


Na re-reprise de Da Cor do Pecado, podemos ver o personagem Abelardo (Caio Blat), o único integrante da família Sardinha que não vive em um tatame treinando e lutando. Ao contrário, ele se maquia, faz exibições junto a um “amigo” na rua e mostra ser um amante da arte, da culinária refinada e uma inteligência que nenhum de seus parentes entende.

Tipo estereotipado que muitos têm de alguém que possua alguma tendência à homossexualidade. Não bastasse isso, durante várias cenas o público era guiado a crer que Abelardo terminaria com Iris (Samuel Vieira), enfrentando a sua família que até sessões para tentar “curá-lo” chegava a fazer durante a novela. Eis que no fim ele termina com Tina (Karina Bacchi), dividindo a moça com seus irmãos (tudo no tom pastelão que reinava naquele núcleo).

Recentemente em Avenida Brasil, uma trama que causaria certa polêmica foi deixada de lado. Um jogador de futebol que se apaixonava por um dos colegas de seu time e depois viria a enfrentar a mãe evangélica que seria contra essa união. No começo era visto que Roni (Daniel Rocha) não seria correspondido por Leandro (Thiago Martins), mas depois houve a entrada de outro personagem que teria um romance com o rapaz, o Sidney (Felipe Titto , irmão bissexual de Tessália (Débora Nascimento).

No final das contas, o jogador que durante a novela chegou até a dizer que tinha vontade de largar o futebol e estudar moda, um sonho que tinha, acabou se envolvendo em um triângulo amoroso com Leandro, onde a mulher da relação, Suelem (Isis Valverde), terminava grávida e em nenhum momento se mostrou algum envolvimento entre os dois. A mãe evangélica? Sumiu da novela e assumiu a parte cômica da trama . O irmão de Tessália? Nem o Roni chegou a conhecer e também desapareceu. Os coadjuvantes só geraram frustração e não cumpriram com o que o público tanto esperou.

Em A Favorita, Orlandinho (Iran Malfitano) era o filho rico que se os pais suspeitassem que não era hétero, iria perder a fortuna. Céu (Deborah Secco), ao conhecê-lo então decidiu se casar com ele e assim foi sendo realizado o “golpe”. No final, Céu terminava grávida do “ex-gay” e simplesmente era esquecida a personalidade do personagem.

João Emanuel Carneiro foi o autor dessas três novelas e não conseguia manter os personagens sendo homossexuais até  o final. Independente do cenário ser um drama ou comédia, em certo momento os personagens deixavam claro que eram homossexuais, mas a novela ia sendo exibida e essas cenas eram esquecidas e se assumia um retrocesso do que foi exibido. O que ficou faltando então seria a coragem de deixar o personagem e sua condição sexual até o final. Faltou gerar o debate, deixar de lado essa dubiedade que não ajuda em nada e mostrar no meio da produção a possibilidade de alguém ser assumido e aceito, não haver a necessidade da mudança. Vamos esperar pela próxima novela e ver qual caminho ele irá trilhar se desenvolver um personagem que seja logo claramente gay (ou não).

* Gulherme Rodrigues

BBB vive seu momento de A Fazenda

Acho que nunca na história desse país existiu uma edição tão bunda do Big Brother Brasil. Mesmo as piores não eram tão horríveis.

Tiro meu chapéu para quem consegue ficar ligado no PPV. Eu tentei acho que por umas duas semanas pra gerar uma cobertura legalzinha aqui no Cena e logo desisti. Nada acontecia.

Tirando alguns surtos, esse pessoal é muito parado.

Obviamente que tivemos situações memoráveis, no entanto, são raros.

Tirando a brincadeira maldosa das segundas, a produção pouco fez pra aquecer o jogo. Tiveram seu momento de A Fazenda.

Sabem o que quero dizer, né?

Os responsáveis pelo reality da Record acham que basta colocar um monte de gente polêmica trancada e que só isso basta pra gerar um fuzuê. A audiência em queda é a resposta de que não, não basta.

E a audiência fraca, mesmo em tempos de Fina Estampa, não é o único problema do BBB 12.

O programa caminha para a final e, como já disse, a maioria torcia para a praia, no entanto, o vencedor vai sair dali, sim, mas é por pura falta de opção.

Eu não vi, mas li que Deborah Secco disse no Mais Você que não tá assistindo esse BBB porque tá muito chato. Ana Maria não sabia onde enfiar a cara…. e o MV é do núcleo… #chupaboninho

#boring

Louco Por Elas: E não é que é boa?

Nos primeiros cinco minutos de Louco Por Elas veio uma vontade louca de continuar assistindo ao Big Brother Brasil pelo PPV.

Só que depois desse tempinho a série começou a mostrar a que veio, quando, pouco a pouco, as mulheres vão partindo pra cima de Léo.

Esse quiprocó chega ao clímax com a vinheta de abertura na voz de Tiago Abravanel. Outra grata surpresa: a própria abertura.

Aí vem o segundo bloco, Léo louco com a capa do livro, as enteadas pentelhando, a avó mesclando sabedoria e esquecimento. E divertimento.

Deborah Secco merece reconhecimento, em nada lembra Natalie. Eduardo Moscovis, Glória Menezes e as meninas são super acertos.

Adoro a Glória!

O melhor do episódio aconteceu no final. Após a divertida e emocionante – para as mulheres de sua vida – entrevista ao Mais Você, ele chega em casa ansioso por comentários de sua participação e o que acontece?

A vida segue uma baderna, com “elas” fazendo novamente da vida do bananão uma loucura!

Confesso que não esperava absolutamente nada e fui surpreendido. E já tinha me esquecido do BBB.

BBB: Algo estranho acontece fora da casa

Existe um silêncio um tanto quanto perturbador com relação a edição 12 do BBB.

E isso vai além do fato de o próprio diretor do programa, Boninho, ter se calado. Seu Twitter está abandonado desde o dia 23.

Em outras edições, bem sabemos, ele vivia dando palpites desejando aquecer a competição, inclusive tentando influenciar votos.

O caso Daniel é responsável por isso?

Pergunto isso especialmente no que diz respeito ao Mais Você de Ana Maria Braga.

Nas últimas duas edições do reality Ana Maria acordava os brothers quase que diariamente e ainda promovia roda de debates com Preta Gil, Deborah Secco e cia.

Nesse ano, do que me recordo, os confinados não foram acordados uma vez sequer.

Se minhas contas estão certas, Ana deve ter falado sobre o programa apenas em três ocasiões. Hoje por exemplo recebeu Laisa.

E aí que minha curiosidade sobre o silêncio aumentou: Laisa, enquanto saia, pediu: “acorda eles, vai Ana!”.

Braga deu um risinho amarelo e não respondeu.

Pra quem não sabe, o Mais Você é do núcleo do Boninho, ou seja,o cala-te boca deve ter partido dele.

O engraçado é que nos outros anos Boninho se comportava como o gostosão do pedaço.

Quem diria, o cara que disse que a edição 12 seria a mais polêmica se calou diante da maior de todas.

Rede Globo tá querendo dar tiros no escuro em 2012?

Ontem a Globo começou a exibir chamadas da nova série Louco Por Elas, com Eduardo Moscovis e Deborah Secco no elenco.

É uma produção que a gente desconhece, haja vista que, diferente dos anos anteriores, não vimos o piloto como especial de final de ano.

E os pilotos eram interessantes.

O “Programa Piloto” com Fernanda Torres e Andréa Beltrão foi um fiasco. Pra aproveitarem as duas atrizes, uma nova produção foi criada. Com Tapas & Beijos elas caíram no gosto popular.

Algo diferente ocorreu com Batendo Ponto. Enquanto especial, apesar do texto horrível, deu audiência. Nas noites de domingo, entretanto, foi um fiasco. Resultou em cancelamento.

Para 2012, Tapas & Beijos e A Grande Família são mais que conhecidas. Louco Por Elas é uma incógnita.

Hoje, na Kogut, a notícia de que Luis Fernando Carvalho produz a série Suburbia para o segundo semestre. Roteiro interessante pelo que foi divulgado, entretanto, assim como a anterior, pairam dúvidas a respeito da recepção do público.

Tá ousada a Globo, hein?

Eu preferia o jeitinho antigo.

Bruna Surfistinha: Um filme melhor que o livro mas com uma história mais pra lamentação que comemoração

Quando saiu o livro Doce Veneno de Escorpião tive curiosidade e li. Achei uma bela porcaria, totalmente vazio.

Agora assisti Bruna Surfistinha – O Filme e a sensação foi a de ter visto algo muito melhor produzido e com história. Claro, contando com show de interpretação de Drica Moraes e Deborah Secco.

O problema?

Se trata de uma história real e, no caso, existe o perigo de alguém assistir e acreditar que vale a pena se prostituir para se dar bem na vida e, quem sabe, como Raquel Pacheco virar uma celebridade.

Avaliando como vida real e não como um filme, conclui que tenho pena de Raquel.

A pessoa se sente desprezadinha pela família e resolve que sair dando para todo mundo que aparece pela frente, a ponto de ser internada, é um jeito de dar a volta por cima?

Ela conseguiu, se realmente acredita que valeu a pena. Eu não acho.

E não estou aqui criticando quem se prostitui, cada um faz o que quiser.

Mas é como uma velhinha que vi uma vez, não me lembro em qual jornalístico, que dizia que se prostituia porque precisava sobreviver.

Lavar uma roupa, conseguir um emprego numa casa de família não tá em questão, né?

Enfim… vale pelo filme, é um bom entretenimento, apesar de bem picante.

Só que tem conteúdo, por isso recomendo.

Quem seria a melhor atriz de 2011? O negócio tá difícil!

Estava pensando sobre isso e cheguei a conclusão que, pra variar, temos bons e diversos nomes de atrizes que ao final do ano deveriam levar o título de a melhor do ano.

Cássia Kiss desde o primeiro capítulo de Morde &  Assopra vem sendo festejada por sua emocionante atuação. É meio que um TODOS AMA Dulce.

Na mesma novela, contudo, é impossível deixar de reconhecer o trabalho de Flavia Alessandra. Ela mandou muito bem na composição da robô Naomi e agora, com a chegada da original, soube dar um toque diferente. Dá pra saber qual é a Naomi humana e a rôbozinha.

Em Cordel Encantado tem diversos exemplos. Zezé Polessa, Berta Loran, Débora Bloch, Ilva Niño…

Já em Insensato Coração tivemos a curta porém marcante passagem de Cristiana Oliveira, Deborah Evelyn mais uma vez arrebentando como uma chata insuportável, a delícia que é Déborah Secco e sua Natalie, Glória Pires que, como previsto, dominou geral com Norma após a liberdade da personagem…

Agora, vocês já repararam uma coisa?

Os talentos femininos a gente precisaria usar os dedos das mãos, dos pés e até emprestar os dos amigos para enumerar.

A lista dos destaques masculinos sempre costuma ser menor, beeeem menor.

Teoria da conspiração envolvendo Insensato Coração e seus autores

Início do segundo semestre de 2010, escalação a todo vapor para a nova novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, parceria antes realizada na novela Paraíso Tropical de 2007.

Título provisório: Lado a Lado, depois alterado para o definitivo: Insensato Coração. O definitivo na minha opinião caberia a qualquer novela, até a Morde&Assopra seria melhor ter se chamado Insensato Coração que o próprio M&A. Pois bem decidiram por “insensato”, sendo que Lado a Lado é mais a cara de uma novela brasileira das 8, ainda mais se tratando de uma trama de Gilberto Braga.

Passada a aceitação do título vieram dois grandes problemas entre meados e Novembro e inicio de Dezembro, quando as gravações já tinha iniciado, a atriz que seria protagonista, no caso Ana Paula Arósio, misteriosamente desistiu da novela, logo substituída por Paola Oliveira. Após esse baque, o antagonista principal, Fábio Assunção, após várias cenas gravadas ele falta a gravações e logo depois decide afastar-se de vez da novela. Então é chamado o recém chegado da Record Gabriel Braga Nunes pra assumir o vilão. E o problema na época era a corrida para tirar o atraso nas gravações.

A essa altura o canal a cabo Viva tinha começado a reprise de um clássico da telenovela brasileira: Vale Tudo. O que causou grande alvoroço, pela qualidade da história, atores esquecidos e a diferença e igualdade de duas épocas a da novela e a dos dias atuais: 1988 – 2010. E as comparações iam desde o fim da inflação, passando pela corrupção e chegando até as comparações com as próprias novelas, autores e atores.

Talvez por essa empolgação com uma grande história de 1988, com coautoria e sucesso atribuído ao Gilberto Braga, a próxima novela das “8” causou grande expectativa.

Eu pessoalmente não me empolguei, tanto pelo que li sobre como iria ser a novela, os autores diziam que iria tratar sobre as relações familiares grande novidade como se todas as outras novelas não abordassem o mesmo tema. Fora que eu até gostei de Paraíso Tropical, mas também não foi aquela Coca-Cola toda e as anteriores de Gilberto não me empolgara, Celebridade foi um apanhado de situações de novelas anteriores do autor, mostradas de outro prisma, além de que essa novela pra eu ter sido muito engessada, bem espelhada na interpretação de Malu Mader. Força de Um Desejo foi muito bonita, teve uma boa história, mas foi lenta, pra mim em muitas ocasiões chata mesmo. Labirinto, Pátria Minha e O Dono do Mundo, não sei se pela idade que eu tinha na época de exibição nenhuma me chamou atenção, salvo a problemática Pátria Minha que cheguei a gostar. Então essa imagem de grande GILBERTO BRAGA nunca colou pra mim. Afinal Vale Tudo não teve só a autoria dele.

E chega o dia da estreia de Insensato Coração, primeiro capítulo: atores ainda viajando em seus personagens na discursão em família que poderia ter rendido bem mais, mas só aconteceu pra causar no inicio da novela, quem acompanhou o desenrolar da situação viu que aquilo não levou nenhum personagem a lugar nenhum, pois todos, apesar dos desaforos ditos, continuaram a se falar.

Passado o tempo víamos uma Darlene versão 2011. E histórias sem graça permeadas por uma espécie de “Cine Band Prive”, até o Tarcísio Meira entrou na dança do “Sexo sem compromisso” assim como Nívea Maria.

Com o tempo Deborah Seco conseguiu dar a volta por cima e se distanciar um pouco da Darlene e se aproximar da Natalie Lamour, assim como acabaram fazendo a diferença Glória Pires como Norma, Gabriel Braga Nunes como Léo e Ana Lúcia Torre que no início parecia interpretar uma personagem típica do Walcyr Carrasco, conseguiu fazer Tia Neném uma grande personagem digna das melhores tiradas da novela.

Enfim, voltando à questão do título acho que nem Lado a Lado seria bom pra essa novela, aliás, nem sei por que foi cogitado, nada tem ver com esse nome.

A novela se salva por pouquíssimos personagens e histórias que lhe rendem um ibope justo: 30%, porque os outros 70% da novela não valem a pena.

Vamos à teoria da conspiração:

Na minha opinião eu diria que Gilberto no máximo é um supervisor de luxo para o Ricardo Linhares, acho muito estranha essa parceria, seria somente para lançar Ricardo como um novelista das 8? Assim como Celebridade poderia ser atribuída a Leonor Basséres, ela tinha tanta importância na autoria da trama que quando veio a falecer foi substituída por Ricardo Linhares, será que se tivesse acontecido com algum outro colaborador teria acontecido uma substituição?

Indo mais além: Força de Um Desejo, não foi de autoria única, foi Gilberto com Alcides Nogueira, ou seria uma novela de Alcides Nogueira supervisionada por Gilberto?

Se essa teoria for verdadeira a última novela de Gilberto foi Pátria Minha, essa sim com a verdadeira cara dele. E seu último trabalho solo seria a minissérie Labirinto de 1998.

Um dos motivos para minha desconfiança descabida foi uma declaração do diretor geral de Insensato Coração, Dennis Carvalho, que a época do lançamento da novela disse que quando leu os primeiros capítulos pensou: “isso aqui é Gilberto Braga”, não me recordo exatamente do que ele disse, mas foi algo assim querendo dizer que o texto era Gilberto Braga e não Ricardo Linhares, por qual motivo falar isso de uma novela atribuída a dois autores? Para chamar atenção do público para uma novela de um autor renomado e caso faça sucesso ele ser atribuído ao Ricardo Linhares?


* do internauta Ricardo Ferrarez