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Quadro do Fantástico é como um delicioso Esquadrão da Moda da “terceira idade”

A Globo exibe há três semanas O Grande Plano, novo quadro do Fantástico que tem ares de Esquadrão da Moda e uma mistura de diversos outros realities de comportamento.
A atração é liderada por Elke Maravilha, Berta Loran e Vilma Nascimento, todas acima dos 60 anos e esbanjando vitalidade, experiência e boas histórias para contar. E divertir.
É uma das melhores novidades do Show da Vida nos últimos tempos especialmente por contar com pessoas bem-humoradas e prafrentex. Elas dão dicas sobre roupas, relacionamentos, alertam em que os participantes estão errando…
Além do produto ser bom, é bacana ver pessoas experientes tendo oportunidade na TV, ainda mais em um veículo que sempre prefere apostar em rostos novos e bonitos.
Vale assistir!

Edição histórica do “Altas Horas” tem plateia entediada

O Altas Horas do último sábado foi um achado. Quem perdeu, tem reprise hoje no Multishow – dá pra assistir também pelo aplicativo da Globo.
Vale assistir especialmente para quem gosta de TV, já que trata sobre Chacrinha, homenageado trocentas vezes, mas nunca com tanto capricho.
O problema? A plateia. A Globo errou e errou feio ao manter os jovens, público cativo do semanal, por ali. Estavam entediados. Viam como chacoalhavam aqueles “pompons”?
Quando os artistas se apresentavam e o câmera man se aproximava, a sensação era a de que eles pensavam: “o que estou fazendo aqui?”.
Não sabiam cantar nem Lindo Balaõ Azul do Guilherme Arantes. Enquanto isso, Luiz Ayrão deu muita sorte porque Os Amantes fez muito sucesso na voz do Daniel…
Se bobear, nem faziam ideia de quem era Chacrinha. O certo era ter chamado pessoas de 40 para cima. Os mais animados ali eram Serginho, Elke Maravilha, Rita Cadilac, Pedro Bial, Stephan Nercessiam e as moças que interpretavam chacretes…
Ou seja, o apresentador e os convidados. Uma pena!
Tirando isso, o programa em si foi excelente. Mas falar do Altas Horas é chover no molhado, afinal, a atração é outro nível e de longe o melhor programa de auditório da TV brasileira.

Edição histórica do “Altas Horas” tem plateia entediada

O Altas Horas do último sábado foi um achado. Quem perdeu, tem reprise hoje no Multishow – dá pra assistir também pelo aplicativo da Globo.
Vale assistir especialmente para quem gosta de TV, já que trata sobre Chacrinha, homenageado trocentas vezes, mas nunca com tanto capricho.
O problema? A plateia. A Globo errou e errou feio ao manter os jovens, público cativo do semanal, por ali. Estavam entediados. Viam como chacoalhavam aqueles “pompons”?
Quando os artistas se apresentavam e o câmera man se aproximava, a sensação era a de que eles pensavam: “o que estou fazendo aqui?”.
Não sabiam cantar nem Lindo Balaõ Azul do Guilherme Arantes. Enquanto isso, Luiz Ayrão deu muita sorte porque Os Amantes fez muito sucesso na voz do Daniel…
Se bobear, nem faziam ideia de quem era Chacrinha. O certo era ter chamado pessoas de 40 para cima. Os mais animados ali eram Serginho, Elke Maravilha, Rita Cadilac, Pedro Bial, Stephan Nercessiam e as moças que interpretavam chacretes…
Ou seja, o apresentador e os convidados. Uma pena!
Tirando isso, o programa em si foi excelente. Mas falar do Altas Horas é chover no molhado, afinal, a atração é outro nível e de longe o melhor programa de auditório da TV brasileira.

“Altas Horas” acerta muito ao resgatar o passado

Esse expediente está ficando bem comum na TV: Xuxa, Luciano Huck já resgataram décadas passadas, dentre outros.
Mas sempre que alguém faz, o resultado é muito bom, Sáo décadas ricas e que deixaram saudade, assim como para quem pôde conferir os festivais do passado ou músicas que embalaram as discotecas nos anos 60 e 70, e que agora estão na trilha de Boogie Oogie.
E o Altas Horas, depois do especial anos 90, muito bom, fez um anos 80, com Elke Maravilha, Cid Moreira, Luiz Fernando Guimarães…
São resgates que evidenciam a supercialidade da música e TV atuais, o que faz com que se tornem ainda mais imperdíveis.

“Altas Horas” acerta muito ao resgatar o passado

Esse expediente está ficando bem comum na TV: Xuxa, Luciano Huck já resgataram décadas passadas, dentre outros.
Mas sempre que alguém faz, o resultado é muito bom, Sáo décadas ricas e que deixaram saudade, assim como para quem pôde conferir os festivais do passado ou músicas que embalaram as discotecas nos anos 60 e 70, e que agora estão na trilha de Boogie Oogie.
E o Altas Horas, depois do especial anos 90, muito bom, fez um anos 80, com Elke Maravilha, Cid Moreira, Luiz Fernando Guimarães…
São resgates que evidenciam a supercialidade da música e TV atuais, o que faz com que se tornem ainda mais imperdíveis.

As Canalhas: Aparentemente, excelente opção! – Amélia S01E01

Estreou nesta segunda, no GNT, a série As Canalhas, uma versão, digamos, para telespectadores do universo pago de As Brasileiras e As Cariocas.

A produção se passa num salão de beleza e, a cada semana, uma cliente relata um momento de sua vida.

Na estreia, Mônica Martelli era Amélia, aquela que não era mulher de verdade. Não do tipo cama, mesa e banho.

Amélia é uma mulher capaz de passar a perna na própria filha para ter certo divertimento com o namorado da jovem. Um divertimento que durou e fez o rapaz, Gustavo, se apaixonar.

Já Amélia, apenas se divertiu, canalha mesmo:

“Ele não era uma pessoa, um homem… Ele era uma sensação.”

Gostei de tudo o que vi, achei que o episódio rendeu.

As Canalhas foi produzida com o intuito de atender a lei de audiovisual – os canais são obrigados a oferecer conteúdo independente nacional na faixa nobre da programação.

Mas não fica a sensação de que foi feito apenas pra cumprir a regra. Ao menos no primeiro episódio.

Só tem um porém: a produção tem no elenco fixo atrizes como Zezeh Barbosa e Elke Maravilha, no entanto, pouco apareceram. Estavam mais para figurantes.

Mais alguns episódios dirão se As Canalhas realmente vale a pena ou se é mais uma daquelas produções cujos pilotos são bons e os demais ZZZzzZZZzz