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Já não passou da hora de dar férias ao Cante se Puder?

LASTIMO

O Cante se Puder estreou com boa aceitação do público, no entanto, ao invés de usarem o formato de temporadas, hoje em dia comum na TV aberta, a atração está no ar infinitamente no SBT, sem previsão de sair de cena.

O resultado é o desgaste. Hoje a atração conquista metade da audiência de seus primeiros meses.

Já não está na hora de buscar um novo formato e descansar o produto?

Ontem fez cinco pontos!

ESTIMO

Capítulo desta quarta de Guerra dos Sexos com um espetáculo de Tony Ramos e Irene Ravache, após o retorno de Bimbinho.

Tony já estava arrasando como Dominguinhos e, agora, vai interpretar os dois personagens ao mesmo tempo. Ontem Charlô não aguentou a barra e foi pra cima de Otávio.

Dois monstros sagrados, um espetáculo de atuação. #divos

Guerra dos Sexos vai sair do ar deixando um gostinho de quero mais, os capítulos finais estão sensacionais!

Guerra dos Sexos: Imperdível na reta final

Falta pouco, muito pouco para o final de Guerra dos Sexos. As primeiras chamadas de Sangue Bom já circulam pela grade global.

E a novela que conseguiu se encontrar lá pela metade, chega ao final com saldo positivo e ainda com lenha para queimar. Não passa um capítulo sem acontecimentos. E tem muita coisa rolando ao mesmo tempo.

Enquanto Juliana está se tornando cada vez mais chata e mimada por conta de Nando, o bestalhão continua vivendo no mundo encantado sem se tocar que qualquer parceira ficaria irritadíssima com o jeito com que trata Roberta. Ontem colocou Juliana no chinelo ao ficar humilhando a noiva na frente da ex. E nem percebia.

E a outra no quarto quebrando tudo? Hilário.

Dino está encurralado por conta da filha, que está encurralada por… bom, pelo conjunto de sua obra.

Ainda tem Dominguinhos. É o Seu Otávio? É Dominguinhos? Esse núcleo é pra lá de especial porque reúne três incríveis atores.

Irene Ravache, Tony Ramos e Marilu Bueno. A propósito, há séculos não via Marilu com uma personagem tão no seu nível. Olívia rouba as cenas em diversas ocasiões, tipo ontem pirracenta porque estavam mexendo nos presentes de Juliana.

E a Analú com a bonequinha, toda num clima de macumbação? Frô com seus homens?

São tantas emoções, bicho!! Tanta que é extremamente justificável o recorde de audiência: merecidos 29 pontos.

Com Flor do Caribe e Guerra dos Sexos em alta, a Globo está recuperando sua grade noturna. A concorrência, que não fez nada para alterar a situação, pira.

É chegado o “dia D” de Guerra dos Sexos

Bom, pode não ser hoje, pois aqueles dois malucos que falam conjuntamente não deixaram isso claro, mas no último sábado chegou ao fim o prazo da aposta feita entre Charlô e Otávio.

Quem vai vencer essa parada e quem assumirá o comando da Charlôs?

Acho que esse é o grande mote da trama que aposta no duelo entre os sexos. A capacidade de Charô contra a trambicagem de Otávio.

Não quero spoilers, não sei o que aconteceu na primeira versão, mas eu torço pela personagem de Irene Ravache.

As mulheres trabalharam seriamente enquanto os homens aprontaram, e muito.

Tentaram tirar a Positano de Roberta, Carolina armou no desfile, com o conhecimento de Felipe, mesmo ele “acreditando” ser culpa de Kiko.

Acredito, no entanto, que num primeiro momento a vitória será dos homens. Só quando a sabotagem ser comprovada é que Charlô e cia terão novamente o “poder”.

Muita gente diz que essa história de guerra entre homens e mulheres é coisa do passado, que não deu certo na trama.

Eu, particularmente, acredito que ocorre o contrário, as mulheres ainda precisam provar sua capacidade para serem aceitas e, também, gosto dessa abordagem na novela. Garante bons momentos!

Por isso essa expectativa para conhecer o vitorioso!

Fora isso, tem um spoiler que li sobre Nando… 🙁

#chatiado

“Guerra dos Sexos”: mais amor, menos guerra

Antes de mais nada, é preciso admitir: ressuscitar Guerra dos Sexos, definitivamente, não foi uma boa ideia. A remontagem do sucesso de 1983 surgiu diante de uma falsa promessa, pois seu autor Silvio de Abreu avisou que a trama seria atualizada e bem diferente da versão anterior. No ar, não se viu nada disso. Os personagens usam celulares e internet, mas seus pensamentos se mostraram antiquados e distantes do cenário atual. A “guerra dos sexos” ainda existe, mas está bem diferente, e essa falta de percepção do autor acabou por prejudicar sua obra. A discrepância causou ruído na narrativa e o público dispersou.

No entanto, quem deu uma nova chance à atual trama das sete provavelmente não se arrependeu. Guerra dos Sexos, atualmente, vive uma boa fase, cercada de bom humor e com atores muito inspirados. A crítica, de uma maneira geral, reconheceu que Guerra dos Sexos melhorou. Até atribuiu a boa fase ao fato de Silvio de Abreu ter reduzido a temática inicial, investindo mais nos romances do que nas brigas entre homens e mulheres. Mas vale lembrar que não se trata de uma manobra para adequar Guerra dos Sexos aos tempos atuais: a Guerra dos Sexos de 1985 também, passados alguns capítulos, reduz o mote inicial para dar ao enredo contornos de comédia romântica, abusando do melodrama.

Nesta fase mais romântica, destaca-se a história de amor de Roberta Leone (Gloria Pires) e Nando (Reynaldo Gianecchinni). A toda-poderosa empresária, uma mulher rica, sofisticada e elegante, se apaixona perdidamente por um motorista bronco que, ainda por cima, é mais novo do que ela. Disposta a viver esse amor, Roberta passa de maneira digna por todos os percalços que surgem diante de sua escolha. Enquanto isso, Nando é um jovem do bem, que reconhece e admira os sentimentos da namorada, e tenta correspondê-los enquanto se cura de uma desilusão amorosa. Mesmo apaixonado por outra, Nando não surge como um aproveitador, já que leva sua relação com Roberta dentro da honestidade que lhe é inerente. E até já se nota que seus sentimentos por Roberta começam a ficar mais fortes.

Roberta e Nando, assim, formam um casal adorável e são, sem dúvidas, o principal trunfo de Guerra dos Sexos. O casal funciona, provoca torcida, e a tal da química aparece aos baldes por aqui. Gloria Pires, mais uma vez, dá show em cena com sua naturalidade que chega a ser espantosa. A atriz traduz com o olhar os sentimentos desta mulher tão contemporânea (o que, numa novela acusada de ser “datada”, chega a surpreender) que, ao mesmo tempo em que tem total consciência de sua realidade, se permite ser romântica. E Reynaldo Giannecchinni, depois de um início reprisando o Pascoal de Belíssima, encontrou o tom de Nando, uma criatura boa-praça e até um tanto ingênua, mas sem ser necessariamente um boboca. Gloria e Reynaldo foram protagonistas de dois grandes momentos da novela esta semana: enquanto Roberta finalmente descobriu que a amiga Veruska (Mayana Moura) era uma traidora, Nando arrancava risos nas aulas de balé com Ludmila Petrovika (Grace Gianoukas, participação de luxo e hilária!).

Arrancar risos, aliás, é uma constante em Guerra dos Sexos. A direção e os atores parecem ter finalmente encontrado intimidade com seus personagens e a trama tem fluído de maneira muito mais atraente. Tony Ramos e Irene Ravache, após um início às cegas, encontraram seus Bimbinho e Cumbuqueta e parecem se divertir em cena. Ele, dando a Otávio uma série de tiques que traduzem sua impaciência e seu estresse; e ela, dando a Charlô uma leveza e vitalidade essenciais para se acreditar nesta mulher tão forte e tão livre. Outros personagens também divertem, como Felipe. Edson Celulari convence como este homem atrapalhado e carente, um dublê de picareta que só se mete em roubadas.

E o que dizer das participações especiais, que temperaram a novela nas últimas semanas? Julia Lemmertz agradou como Blanche. A maravilhosa Alessandra Maestrini deu show como a cantora Alessandra. Aliás, taí uma atriz que já está fazendo falta na telinha num papel regular. Alessandra já provou seu talento encarnando dois personagens distintos e igualmente hilários: a Bozena, de Toma Lá Dá Cá, e a Ditta, de Tempos Modernos. Alguém a escale para uma nova produção, urgente! Do elenco fixo, cabe destacar Bianca Bin, surpreendentemente bem como a vilã Carolina, e Marianna Armelinni, simplesmente hilária como a convencida Frô (o que são suas rixas com a tal da Terezinha Romano, que nunca aparece? Sensacional!). Até Luana Piovani está bem em cena, como Vânia.

Guerra dos Sexos é, antes de mais nada, uma ciranda de relações amorosas, quase como uma releitura dos versos da Quadrilha dos versos de Carlos Drummond de Andrade. Está longe de ser uma obra-prima ou de repetir o encantamento de sua versão original. Mas tem rendido bons momentos para quem gosta de um bom folhetim e uma boa comédia.

Por André San
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Top Five: O melhor da semana na TV

1- O quiprocó armado em Guerra dos Sexos para salvar o personagem Nando das mãos do vilãozinho Kiko. Sobrou soco até pra Dona Roberrrrrrrta.


2- Marília Pêra, sensacional como a Darlene de Pé na Cova. O texto da personagem é ótimo e a interpretação da atriz garante os melhores momentos da série.



3- O reencontro de Eduardo Moscovis e Carolina Ferraz em Louco Por Elas anos depois do sucesso de Nando e Milena. Veio pra somar em uma produção que surpreende a cada nova semana.



4- A propósito, ainda em Guerra dos Sexos, a cena de Charlô perguntando para Olívia se ela achava que a patroa estava gostando de Bimbinho. Que risada deliciosa! A dobradinha Irente Ravache / Marilu Bueno é um achado!


5- As reprises de Felicidade e Renascer. Uma pelo escândalo de Débora ao confirmar o caso de Álvaro e Helena, show de Viviane Pasmanter. Na trama seguinte, por todas as cenas de Paloma Duarte. Teca é o que há!

Semana das séries

Semana de episódios divertidíssimos. Vale para Mike declarando “seu amor” aos funcionários da empresa em The Middle; o dia dos namorados de Sheldon em TBBT; os vales sexo de Andy em Cougar Town; o coração pubiano de Alan em Two and a Half…

Os roteiristas estavam realmente inspirados para o Valentine’s Day!

Tudo isso sem contar o pai de Steve “querendo pegar” Lip em Shameless, além de Sheila e suas “necessidades”!!!

Guerra dos Sexos: Guerra de comida foi… sensacional!!

A única coisa que eu conheço da versão original de Guerra dos Sexos é a guerra de comida protagonizada por Fernanda Montenegro e Paulo Autran, momento histórico da teledramaturgia nacional.

Acredito que seja assim para a nova geração. Essa cena foi incansavelmente repetida nas últimas duas décadas.

E eu li que o repeteco, na atual versão, aconteceria na última quarta. Fiquei de plantão e deixaram para o final. Quer dizer, gancho pra quinta.

Aí que perdi o início do capítulo e, portanto, a tal cena. Assisti hoje e dei boas gargalhadas.

A guerra estrelada por Tony Ramos e Irene Ravache não tem o mesmo peso da de Fernanda e Paulo, entretanto, foi muito bem feita e os dois estavam no ponto, bem sabemos que não devem em nada para a dupla anterior. Idem para Marilu Bueno, a desesperada Olívia, que teria que limpar tudo… de novo!

Achei sensacional o fato de mesclarem o presente com o passado, dando a oportunidade de quem assiste apreciar o antes e o depois ao mesmo tempo.

Imaginei, aliás, que deixariam esse momento para quando a trama emplacasse, assim, talvez fizesse mais barulho.

Guerra dos Sexos ainda não caiu nas graças do público, mas eu aposto minhas fichas nesse folhetim. Não é uma Cheias de Charme mas tem potencial.

Guerra dos Sexos tem um sério problema de direção

LASTIMO

A direção de Guerra dos Sexos, esse é o principal problema da novela. As sequências de briga entre os personagens de Tony Ramos e Irene Ravache soam forçadas, não passam verdade. Mariana Ximenez, como gerente, tentando controlar uma cliente? Também ficou devendo. Idem para algumas cenas de Glória Pires e todas as de Edson Celulari. Gianecchini até que está indo bem, mesmo estando idêntico ao Pascoal de Belíssima, mas o que é aquele moça que estava com ele, a noiva fujona? Fraquíssima.

ESTIMO

Todas as cenas de Drica Moraes, a melhor atriz do remake. Basta observar para concluir que teve todo um trabalho de composição na elaboração de Nieta, algo comum vindo de uma atriz completa como ela. Divertidíssima, também, a cena de Otávio repreendendo e ao mesmo tempo salvando a pele de Nando.

#Passione só valeu a pena no final

Passione….Ah, Passione, essa novela que quando falo mal, me xingam, dizem que estou doido e que sou puxa-saco da Record (aí, já é demais); Passione para mim só prestou um pouco essa reta final em que Tony Ramos, Mariana Ximenes, Reynaldo  Gianecchini (taí uma coisa que nunca achei que diria, mas ele mandou bem sim!) Fernanda Montenegro (ela é ela,né ? ) e Daniel Boaventura colocaram pra ferrar, quando entravam em cena, você nem pisca de tão excitante….

O Núcleo Cômico deu um show a parte; Irene Ravache talvez em seu melhor papel depois de Éramos Seis; Francisco Cuoco fazia o povo rir toda vez que pronunciava a palavra “pichuquinha”; Gabriela Duarte fazendo uma coisa totalmente nova (e muito bem) como Jéssica; e Bruno Gagliasso mostrando que é cada dia mais um ator completo…..

Mas Passione teve umas merdas que por favor né, Silvio de Abreu. O Núcleo dos Rostos Bonitos era uma coisa que dava náuseas; Maitê Proença deve ganhar o troféu impressa de lagrima mais forçada, Kayke Brito melhor nem comentar, Tammy di Calafiori só fazia meu primo pensar besteiras com ela, por que como atriz e Bianca Bin atuando como ela mesma? ; Cauã Reymond até fez algumas boas cenas, mas ainda tem que evoluir; o Werner Schu (não vou falar o resto por que é um trava língua!) na mesma laia de atuação do Kayke; o único que salvava um pouquinho era o Arthurzinho, coitado!

E o Segredo do Gerson ???? Ver sacanagem com o povo sujo! É serio, se ver putaria é problema. Alô, me internem, por que eu vejo todo dia (e não estou brincando!); eu juro que nessa hora só não quebrei a TV por quê meu primo me segurou, por quê senão…..

Sobre os últimos capítulos… o que foi aquela cena do Tótó dizendo que está vivo ? sem dúvida uma das melhores cenas da TV brasileira na década!;  Leitores do Cena Aberta, me desculpem, mas me recuso a falar sobre o Gerson, peguei um ódio desse personagem….aff! Dayse Lúcidi arrasando como a “Velha Porca” e metendo um medo desgraçado em todo mundo!
Resumindo, Passione só valeu a pena no final, quando até o Reynaldo Gianecchini brilhou; tem coisa para rolar nos próximos dias ? tem, mas espero que (diferente de mim) vocês não mudem para o Ratinho ou para Damages (fiz isso inúmeras vezes) e assistam até o final, por que agora, vale a pena!
Meu palpite para o “Quem Matou?” : Fred e Clara (quer coisa mais óbvia ?)



* do internauta Gabriel Siqueira

E essa história de Éramos Seis na #globo?

Bem que falamos, né? A situação das novelas brasileiras está péssima, tão péssima que o negócio é… fazer remakes.
De um lado remakes mexicanos, do outro, de obras da TV nacional.

É ruim? Depende, TiTiTi é um remake e a única a atingir a audiência desejada pela poderosa Globo.

Mas a situação está tão crítica que vão refazer uma trama que também já foi refeita pelo SBT?

Pior que isso: a melhor telenovela já produzida pelo canal de Silvio Santos!

Segundo o bafafá, a Globo vai produzir uma nova versão de Éramos Seis.

É uma boa? Quem sabe… a história é realmente muito bonita, mas… está tão recente em nossas memórias!

Mais que isso: uma dona Lola melhor que a de Irente Ravache? Duvideodó!

Irene Ravache: Merecido reconhecimento

Ontem a atriz Irene Ravache foi homenageada no programa Domingão do Faustão ao mesmo tempo em que foi comentar o sucesso da personagem Clô em Passione.

Não podia ser diferente, né?

Irene fez essa personagem tão surreal acontecer e se tornar um dos destaques do folhetim.

E tem como não rir ou gostar de Clô? O que foi aquela festa?

E Irene Ravache merece ser destacada pelo conjunto da obra. Desde a inesquecível Dona Lola de Éramos Seis admiro seu trabalho.

Agora veja que bacana: a atriz fez questão de registrar que o sucesso de Clô só é possível devido ao empenho de seus parceiros.

Aproveitou e também parabenizou a Globo pelas novelas atuais e por A Cura, série de João Emanuel Carneiro.

Enquanto Faustão exibia um talento, Gugu usava um artifício que combina com ele e com a Record: apelação.

Parabéns Faustão, por isso sua credibilidade não está abalada como a de uns e outros. E parabéns Irene, que a Clô possa nos divertir ainda mais em uma novela que cresce dia após dia por seus méritos e não por abusar de sensacionalismo.