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Guilherme Winter, Sérgio Marone e Heitor Martinez têm atuações sofríveis em “Mandamentos”

Quarta estava vendo Mandamentos e… Jesus, Maria, José! Uma cena de Heitor Martinez enquanto Apuk, que foi encontrado bêbado, deu vergonha alheia.
O ator não é um espetáculo, mas engana bem. Desta vez, o resultado de sua “atuação” foi ridículo.
Marone e Winter também são outros que “enganam bem”. Fraquinhos como protagonistas.
Ao mesmo tempo, Mel Lisboa e Samara Felippo arrasaram na primeira fase.
Agora, Denise Del Vecchio, Adriana Garambone, Larissa Maciel, Vera Zimmermann e alguns outros estão muito bem.
Aliás, é um prazer Garambone como vilã. Me faz lembrar da Adelaide de Essas Mulheres <3
Por fim… e a peruca que colocaram na Juliana Didone? OMG
Medonha…

Guilherme Winter, Sérgio Marone e Heitor Martinez têm atuações sofríveis em “Mandamentos”

Quarta estava vendo Mandamentos e… Jesus, Maria, José! Uma cena de Heitor Martinez enquanto Apuk, que foi encontrado bêbado, deu vergonha alheia.
O ator não é um espetáculo, mas engana bem. Desta vez, o resultado de sua “atuação” foi ridículo.
Marone e Winter também são outros que “enganam bem”. Fraquinhos como protagonistas.
Ao mesmo tempo, Mel Lisboa e Samara Felippo arrasaram na primeira fase.
Agora, Denise Del Vecchio, Adriana Garambone, Larissa Maciel, Vera Zimmermann e alguns outros estão muito bem.
Aliás, é um prazer Garambone como vilã. Me faz lembrar da Adelaide de Essas Mulheres <3
Por fim… e a peruca que colocaram na Juliana Didone? OMG
Medonha…

Presença de Anita: Um marco na vida de um grande autor

Assisti a reprise de Presença de Anita no Canal Viva. Ainda é extremamente atual.

Notei um dado curioso: tudo ainda era muito fresco em minha memória, menos o final. Me lembrei de muita coisa, mas o último capítulo eu tinha apagado da memória.

Não me lembrava que Anita morria. Nem Zézinho. Muito menos o Fernando.

Intensa na mesma medida de Maysa, Quando Fala o Coração. Viva, repleta de personagens que parecem ter saído das ruas para a TV. Intensa.

Anita foi o único papel onde Mel Lisboa realmente se destacou, mas ela deu tudo de si ali. Vibrante, maluca, astuta, mentirosa, uma verdadeira bitch, assim era Anita, capaz de conviver até com a família do cara que tinha um caso.

Capaz de traí-lo com o vizinho, que explora por sua ingenuidade.

O menino é tão feito de bobo que, coitado, morreu por culpa dela e, no final, o que ela faz? Reaparece para levar Fernando consigo.

Além de Mel, inesquecíveis os trabalhos de José Mayer, Helena Ranaldi, Vera Holtz, Carolina Kasting e Leonardo Miggiorin.

Zé, aliás, arrasou especialmente por, pra variar, não estar vivendo o galã em uma trama do Maneco. Ele tinha ares de vilão, o mocinho era o pobre Zézinho.

Uma minissérie pra ser vista e revista, sempre. Um sucesso, a maior audiência dos anos 2000, 30 pontos em São Paulo.

Por Anita e Maysa, aliás, é que desejo ver Maneco no segmento minisséries. Ou escrevendo uma novela das 23h.

Meu favorito. Ne me quitte pas!

#Record joga 800 mil reais fora com #SansaoeDalila

Estou acompanhando Sansão e Dalila. É uma história batida, com texto mais batido que carro de Pitty boy, atuações meio a meio; Thaís Fersoza evoluiu muito como atriz, está muito bem

Mel Lisboa é aquilo…..está aproveitando a chance dela e fazendo o seu, mandando bem em algumas cenas, mas em outras…até o Kayke Brito faz melhor (tá,estou exagerando…..); Fernando Pavão está atuando do mesmo jeito que em “Os Mutantes”, comeu uma gororoba daquelas e vomita o texto achando que o povo vai engolir.

Sem dúvidas o destaque é a Lu Grimaldi que brilha mais uma vez como Zilá, é uma atriz de mão cheia que nos faz pensar que aquele texto chatíssimo (confesso que quase dormi na estreia de tão chato….) é um texto de João Emmanuel Carneiro.
Sinceramente, a Record deveria ficar quietinha sobre o valor da minissérie (jogaram 800 mil reais fora!) a cenografia comete erros e o figurino parece roupa de mendigo….e as cenas de luta de Sansão? Não tem como não lembrar dos mutantes e não rir de tão mal feitas….

Mas nem tudo é ruim na minissérie, a fotografia e a iluminação são espetaculares, a luta do leão até que ficou bem feita e faz a minissérie ter a mesma qualidade que “A História de Ester”.  Até que vale assistir a história que mostra que a dramaturgia da Record evoluiu mas tem que evoluir bem mais se quiser fazer algo igual ou parecido com o da Globo

* do internauta Gabriel Siqueira