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Marcelo Antony diz que a Record não tem cacife para bancá-lo. Sério?!

Da série me belisca e diz que não estou dormindo: ontem, foi divulgado que Marcelo Antony pediu 100 mil para protagonizar Josué e a Terra Prometida.
Hoje, ele diz que a Record não tem cacife para bancá-lo. Sério, um ator inexpressivo, que faz sucesso exatamente como diversos outros (por ser considerado um rostinho bonito), pedindo 100 mil e ainda querendo se passar.
Ainda se fosse um Tony Ramos ou Antonio Fagundes. Em 2013, ele reclamou do texto de Walcyr Carrasco em Amor à Vida. Sim, muito ruim, o autor é irmão gêmeo de Tiago Santiago, mas estava de acordo com o trabalho desempenhado por Marcello.
Não à toa, ficou queimado e não teve o contrato renovado com a Globo.
Lembram da meleca que foi a atuação dele em Passione em um papel importante? Puro vexame.

Tchau, Vovô Canequinha!

Não tem uma história de que a TV aberta está deixando de focar nos pequenos e, assim, perde ao não formar futuros telespectadores?
Estou pensando nisso agora porque algumas coisas da infância são sempre lembradas na fase adulda e consideradas marcantes.
Um exemplo disso é o Canequinha, vivido por Elias Gleizer em Anjo de Mim. Uma novela que nem fez sucesso, mas na qual o veterano teve uma atuação inesquecível.
De lá pra cá, Elias virou um dos atores que mais admiro no veículo. Vi diversos outros excelentes trabalhos e torcia por ele.
São muitos os destaques, como por exemplo a gloriosa parceria com a também maravilhosa e saudosa Cleyde Yáconis e outro grande, Leonardo Villar, em Passione.
Hoje, tomamos conhecimento que a após uma queda, a situação dele se complicou e, por isso, Elias faleceu. Uma pena, um jeito triste de partir.
Ainda mais porque estava fora do ar há dois anos. Aquela velha história da Globo deixar de lado os mais velhos…
Descanse em paz e obrigado pelas inesquecíveis atuações, “Canequinha”!

Tchau, Vovô Canequinha!

Não tem uma história de que a TV aberta está deixando de focar nos pequenos e, assim, perde ao não formar futuros telespectadores?
Estou pensando nisso agora porque algumas coisas da infância são sempre lembradas na fase adulda e consideradas marcantes.
Um exemplo disso é o Canequinha, vivido por Elias Gleizer em Anjo de Mim. Uma novela que nem fez sucesso, mas na qual o veterano teve uma atuação inesquecível.
De lá pra cá, Elias virou um dos atores que mais admiro no veículo. Vi diversos outros excelentes trabalhos e torcia por ele.
São muitos os destaques, como por exemplo a gloriosa parceria com a também maravilhosa e saudosa Cleyde Yáconis e outro grande, Leonardo Villar, em Passione.
Hoje, tomamos conhecimento que a após uma queda, a situação dele se complicou e, por isso, Elias faleceu. Uma pena, um jeito triste de partir.
Ainda mais porque estava fora do ar há dois anos. Aquela velha história da Globo deixar de lado os mais velhos…
Descanse em paz e obrigado pelas inesquecíveis atuações, “Canequinha”!

Fracasso retumbante: Salve Jorge termina em baixa

Líder de audiência, é verdade, mas carregando o título de pior audiência de último capítulo de novela das nove, como se já não bastasse o glorioso de pior audiência da história.

Foram 45 pontos de média, audiência que se iguala ao recorde obtido pelo folhetim de Glória Perez no dia da surra de Morena em Lívia.

Em outubro do ano passado Avenida Brasil fechou seu ciclo com 52 pontos, audiência festejada inclusive no Jornal da Globo.

A celebração pelo último capítulo foi notícia até no Jornal Nacional. Toda a programação da Globo estava envolvida com a história de João Emanuel Carneiro.

O resultado de Salve Jorge é tão pequeno que está dez pontos abaixo da novela anterior de Glorinha, Caminho das Índias.

Até Passione, que antes ocupava a vaga de Salve Jorge como pior audiência, fechou seu ciclo cravando 52 pontos.

Aceita Glorinha, dói menos.

A propósito: segundo li na Kogut, figurou nos Trending Topics o tópico #VazaJorge.

Ai que dó gente, pura maldade.

Reta final de Salve Jorge está quatro pontos abaixo de Avenida Brasil

Muita calma nessa hora! Salve Jorge segue como a pior audiência da história da Globo na faixa das 20/21h com média de 33,72 pontos até a semana passada.

No entanto, como informa Patrícia Kogut, nas últimas três semanas, período que engloba 27 de abril a 11 de maio, o folhetim registra média de 38,77 pontos.

Está quatro pontos abaixo da reta final de Avenida Brasil, que cravou 42,55 pontos.

Em seu Twitter a autora questionou dados do PNT divulgados na mídia, pediu para aceitarem sua “vitória” com relação a fracassos anteriores que “dói menos”:

Curioso que doeu quando ela brigou por décimos e se contradisse ao fazer teorias sobre o arredondamento das médias.

Também doeria menos se ela aceitasse a verdade, né?

Ontem Salve Jorge marcou 42 de média.

E tá acabando tã nã nã, tá acabando tã nã nã!

Fraquinha: Salve Jorge ainda está abaixo de Passione

Salve Jorge caminha para fechar seu ciclo como a pior audiência da história da Globo na faixa das oito/nove.

De acordo com dados de O Cabide Fala, até o capítulo 162 a trama de Glória Perez tem média de 33,33 pontos.

Está na cola de Passione, mas ainda não ultrapassou o folhetim de Silvio de Abreu – e nem São Jorge sabe dizer se isso vai acontecer.

Passione, no mesmo período, tinha 33,96 pontos. Já Insensato Coração, que também preocupava a Globo, marcava 34,99.

Enquanto isso, Avenida Brasil, Fina Estampa e A Favorita sambavam com 38,10, 38,86 e 38,56, respectivamente.

Que notícia triste! Adeus Cleyde Yáconis

Pouco após escrever um dos textos de amanhã, sou informado do falecimento de Cleyde Yáconis.

O artigo trata de Laura Cardoso e Sérgio Mamberti, que estão arrasando em Flor do Caribe e deram mais um show na noite desta segunda. Eu comento o quanto fico feliz quando vejo atores das antigas atuando, ganhando destaque e provando que, apesar da idade, ainda tem muito o que mostrar.

Isso vale também para Cleyde, que nos deixou.

Nos últimos anos ela arrebentou em passagem pela Record, como dona Joana Salles Jordão, em Cidadão Brasileiro e, depois, ao retornar à Globo, como Brigida Gouveia, a divertida senhorinha que adorava ir pro cafofo do motorista em Passione.

Antes disso tenho boas lembranças de sua personagem maluquete em Torre de Babel, quem não se recorda das pílulas coloridas de Diolinda Falcão?

Atualmente vejo Cleyde como Isabelle de Bresson, em Rainha da Sucata. Um achado!

Não me recordava dessa personagem, não sei por qual motivo, mas a parceria de Isabelle com Laurinha Figueroa, que a odeia, é incrível! As duas garantem as risadas do final de noite!

Seu último trabalho na Globo foi justamente em Passione. No teatro, atuou ano passado em Elas Não Gostam de Apanhar.

E mesmo com tanta idade, 89 anos, nunca deixou de trabalhar.

Certamente, um dos maiores talentos de nosso país. Foi descansar, mas deixa saudade.

Insubstituível e inesquecível, que Deus a acompanhe!

Guerra dos Sexos: Cometi uma injustiça

Ontem estava assistindo Guerra dos Sexos quando me atentei para um detalhe: eu nunca destaquei a atuação de Daniel Boaventura e Mayana Moura.

O primeiro dispensa comentários, sempre manda muito bem seja atuando ou cantando. Mas devo especialmente no caso de Mayana.

A moça teve um início interessante, um tanto quanto irregular em Passione. Era uma incógnita.

Mas vejo, no entanto, o quanto ela cresceu como Veruska. É uma personagem chave da novela, entrou em cena um tanto quanto séria e, a partir do momento em que se viu obrigada a fazer parceria com Nenê, acabou entrando na vibe bem humorada do folhetim.

.Nenê e “Veruskete” formam uma dupla de vilões trapalhados que somam aos outros já citados com demasiada frequência no Cena Aberta, como Otávio e Kiko.

Sem compromisso com a realidade, basicamente um desenho animado, Guerra dos Sexos tem essa vantagem. Diverte mesmo quando os personagens estão aprontando.

E a dupla merecia esse reconhecimento, mesmo que tardio! Especialmente pelas sequências dos dois escondidos e descobertos na casa de Nando e Juliana. Hilário!

Vem_Aí: Uma grata surpresa na programação da Globo

Flavio Ricco trouxe a boa nova do dia: depois da excelente repercussão do especial de final de ano, Doce de Mãe ganhará corpo de série com exibição para o segundo semestre ou começo do ano que vem.

As gravações começam assim que Fernanda Montenegro se despedir das gravações de Saramandaia, onde terá uma personagem escrita especialmente pra ela.

Um presente para os fãs da atriz que estava afastada desde Passione, há três anos.

Desde então, teve um episódio em As Brasileiras e estrelou Doce de Mãe.

Como eu disse em crítica após a exibição do especial, Doce de Mãe é a substituta perfeita para A Grande Família.

Apesar que, sinceramente, não cancelaria a série da Família Silva. Exibiria meio ano de uma, meio ano de outra.

Não só de desgraça vive nossa TV. Salve!

Talento: você pode nascer com ele ou… se empenhar!

São diversos os exemplos de atores que em início de carreira pareciam “portas” e hoje em dia se destacam em produções dramatúrgicas.

Flavia Alessandra, por exemplo, sempre foi tida como a “mulher do diretor”, no entanto, com a vilã Cristina, de Alma Gêmea, fez a lição de casa e, de uma vez por todas, passou a se destacar por sua atuação.

Hoje os olhares se voltam para Bianca Bin. Com papel de destaque em Passione a moça tinha um desempenho sofrível. Parecia, assim como muitos de sua geração, ser mais um rostinho bonito na tela.

Como os demais, tinha Malhação no currículo.

Aí veio Cordel Encantado e tivemos um divisor de águas. Mesmo interpretando uma mocinha, convenceu.

De volta em Guerra dos Sexos, a vilã Carolina é um dos principais destaques do folhetim.

A personagens tem diversas faces e Bianca convence em todas! Dissimulada e ambiciosa, é capaz de passar por cima da família para conquistar o que quer.

Herdou parte de suas características da mãe, Nieta, que também é ambiciosa – e louca para ir morar no Castelo, mesmo “a beira da morte”.

No entanto, Nieta não é vilã, só uma pessoa que sonha de mais. Tem lá sua ingenuidade.

A boa repercussão de Carolina é mérito de Bianca Bin. A moça se dedicou e hoje pode ser reconhecida como um dos talentos de sua geração, como bem disse nosso colunista Guilherme Rodrigues quando sugeriu esse post.

Estimo, e muito!